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Veja achou o Queiroz, e ele está bem, morando no Morumbi; obrigado, de nada

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O ‘desaparecido’ mais famoso do Brasil segue o tratamento no Albert Einstein, um dos hospitais mais caros do país

Fabrício Queiroz, o ‘desaparecido’ mais famoso do Brasil está vivo, morando no Morumbi (SP) e fazendo seu tratamento de saúde no Albert Einstein, um dos hospitais mais caros do país (Queiroz está desempregado).

Apesar de “desaparecido’, não existe nenhum mandado de prisão contra ele, não tem sequer um convite do Ministério Público para que ele explique a movimentação milionária em suas contas, o cheque na conta da primeira dama Michele Bolsonaro (que está traumatizada porque a ‘imprensa malvada’ revirou o seu baú familiar-prisional) e nem como ele está pagando o hospital.

De acordo com a revista, “segundo uma pessoa próxima, a operação não resolveu o problema do tumor. Um possível agravante é o de que Queiroz teria se descuidado por um tempo, para dar prioridade nos últimos meses ao esforço de se manter longe dos holofotes. As “férias” forçadas do tratamento cobraram um preço: há sinais de que a doença continua ameaçando perigosamente seu organismo. Um de seus amigos, o deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL-RJ), trocou mensagens com Queiroz há alguns meses. “Ele escreveu que ainda estava baqueado”, conta. No aspecto físico, Queiroz não aparenta seu delicado estado de saúde. Está apenas ligeiramente mais magro do que no ano passado.”

Além de Queiroz, outros funcionários do gabinete de Flávio na Assembleia do Rio saíram de cena diante da repercussão do caso. Com os tribunais do Rio sempre contrários à tese de inocência de Flávio Bolsonaro, a defesa apostou suas fichas nas cortes de Brasília. Foram impetrados recursos judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF). Frederick Wassef, advogado do filho do presidente, alegou a existência de um vício de origem que teria contaminado todo o processo — no caso, o fato de o Ministério Público ter pedido detalhes da movimentação financeira do senador por meio do Coaf antes mesmo de ele figurar oficialmente no rol de investigados.

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