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Se você ou alguém próximo está no hospital por problemas respiratórios, a culpa é de Bolsonaro

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Ao “liberar geral” a criminalidade ambiental, presidente eleito por um terço da população abriu temporada de queimadas, invasões e devastação

O Norte do Brasil queima. Sem dó. Imagens feitas por satélites no último domingo mostram enormes manchas vermelhas sobre Rondônia e sobre a Bolívia, e também na bacia do Congo na África Elas representam concentrações de monóxido de carbono altíssimas, acima de 1200 ppb.  As concentrações de CO são indicadoras de queimadas em andamento.

Imagem de satélite mostra que estamos bem perto de virarmos uma nova África

O maior responsável por esse desastre é o presidente Jair Bolsonaro, eleito por um terço da população brasileira em 2018 em um misto de “medo do PT voltar” com “medo da corrupção” e o “medo da bandidagem”. A criatura que assumiu compromissos com os piromaníacos também conhecidos como “setor produtivo”, reduziu o Ibama a pó, faz vista grossa as invasões de garimpeiros em reservas indígenas e ouvidos moucos a alertas internos e externos sobre a gravidade da situação na Amazônia.

Entre janeiro e agosto foram registrados 71.497 focos de queimadas, o maior número dos últimos sete anos. Os estados onde foram registrados os maiores aumentos em relação ao ano passado foram: Mato Grosso do Sul (260%), Rondônia (198%), Pará (188%), Acre (176%) e Rio de Janeiro (173%). Os números do Mato Grosso, com 13.641 focos, correspondem a 19% do total das queimadas no Brasil neste ano e a um aumento de 88% em relação ao mesmo período de 2018.

O mês de agosto vem batendo o recorde dos últimos sete anos, com 32.932 focos de queimadas, o que significa um aumento de 264% em relação ao mesmo mês de 2018.

Os dados são do INPE, aquele instituto que usa satélites e dados científicos para embasar suas afirmações, mas que o presidente prefere chamar de “mentiroso”. 

Enquanto isso, a população de Porto Velho sufoca com a fumaça, mas como mais de 70% dos eleitores preferiram Bolsonaro, grande parte ‘passa o pano’ para as sandices presidenciais. Sufoca, mas defende ‘o mito’. Vão seguir ‘mitando’, só que no pronto socorro.

Mas, seja lá o que restar de mata após esse agosto fumacento, ano que vem o ‘setor produtivo’ termina o serviço. O Brasil está a um passo de se transformar em uma fusão de África com México. E por enquanto, só quem aplaude são os americanos. Aliás, é para lá que vai o ‘patriota’ Eduardo que realizará o sonho da classe média baixa, morar nos Estados Unidos.

E você aí, na fila do posto de saúde segue aplaudindo o ‘mito’.

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