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Regional

Quem vai resolver o problema do alto valor da energia elétrica em Rondônia?

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Custo do kilowatt na região Norte é o mais alto do país e Rondônia tem 3 grandes usinas

Porto Velho abriga três grandes usinas que abastecem grande parte da rede elétrica do sistema integrado. Mesmo assim, o custo do kilowatt na tarifa branca “na ponta“, ou seja, ao consumidor, custa R$ 1,14. O preço médio na região Norte é de R$ 0,65, e é a mais alta do país.

Em dezembro de 2018 a Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou um reajuste de até 27,5% nos valores, o que causou indignação nos consumidores. Foi proposta uma ação na justiça que suspender por alguns dias o reajuste. Em janeiro último a liminar foi derrubada e os novos valores passaram a vigorar. Como resultado, contas assustadoras chegaram nas residências.

A classe política reagiu e vem buscando alternativas, mas elas não devem acontecer a curto nem médio prazo. A Energisa, empresa que agora comanda a extinta Ceron, venceu o leilão de privatização oferecendo um “desconto” de 1% na tarifa. Isso foi em outubro de 2018. Em dezembro ela já “ganhou” os 27,5% de reajuste, que segundo a empresa, “não cobre os gastos” e já sinaliza com novo reajuste ainda no primeiro semestre de 2019.

Mas, não caia na esparrela de acreditar em político. A bancada federal vai se reunir com o ministro das Minas e Energia para “buscar uma solução”. Não tem. Não existe. Para que o preço reduza, é necessário que o governo do Estado diminua o ICMS para começo de conversa.

Como essa possibilidade é remota, vamos continuar ouvindo muita conversa fiada e continuar pagando a conta. Com reajuste, é claro.

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