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Projeto de Bolsonaro para porte de armas tem rejeição de 70%; revela pesquisa Datafolha

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Levantamento aponta maior reprovação à posse de armamento em seis anos

Uma pesquisa Datafolha mostrou que 70% da população brasileira reprova o projeto do governo de Jair Bolsonaro para facilitar o  porte de armas (nas ruas) no país.

O levantamento, realizado entre 4 e 5 de julho, ainda apontou crescimento do apoio à proibição da posse de armamento, no limite da margem de erro. De acordo com o instituto, a rejeição à posse (ter uma arma em casa ou no trabalho) oscilou de 64% a 66% desde abril e alcançou o maior patamar numérico em seis anos.

Em novembro de 2013, 68% dos entrevistados disseram concordar com a afirmação de que “a posse de armas deve ser proibida, pois representa ameaça à vida de outras pessoas”. Os apoiadores desta máxima recuaram até junho de 2017, quando a rejeição voltou a crescer de forma contínua, segundo o Datafolha.

Os entrevistados que afirmaram concordar que “possuir uma arma legalizada deveria ser um direito do cidadão para se defender” caíram três pontos percentuais, de 34% a 31%, de abril a julho deste ano.

Na pesquisa , o Datafolha ouviu 2.086 pessoas de 16 anos ou mais, em 130 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do IG

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Biópsia revela que câncer de Bruno Covas persiste

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Covas passou por oito sessões de quimioterapia desde o final de outubro, tendo realizado a última delas entre os dias 5 e 6 de fevereiro

Os resultados da biópsia dos linfonodos localizados ao lado do estômago do prefeito de São PauloBruno Covas (PSDB), 39, apontaram que o câncer não desapareceu após a quimioterapia e que ele precisará continuar seu tratamento com sessões de imunoterapia.

O diagnóstico foi anunciado nesta quinta-feira (27) pelos médicos que cuidam do prefeito no hospital Sírio-Libanês, na Bela Vista, região central de São Paulo

Na semana passada, os médicos disseram que o prefeito teve uma reação excepcional à quimioterapia, e que o tumor na região do estômago e a metástase no fígado haviam desaparecido nos exames médicos. Restava apenas a biópsia dos linfonodos, que diria se existiam ou não células tumorais no local, que está aumentado em relação ao tamanho normal. 

O câncer do prefeito foi descoberto no final do ano passado. Em 23 de outubro, Covas foi internado no Sírio-Libanês para tratar de uma infecção de pele na perna direita.

Dias depois, uma trombose foi constatada no mesmo membro. No dia 28, Covas recebeu diagnóstico de câncer. O adenocarcinoma de Covas foi localizado inicialmente em um esfíncter na junção entre o esôfago e estômago –chamado cárdia–, e foram identificadas lesões no fígado e nos linfonodos ao lado do estômago.

Covas passou por oito sessões de quimioterapia desde o final de outubro, tendo realizado a última delas entre os dias 5 e 6 de fevereiro. 

Caso Covas precise se licenciar do cargo depois de abril, seus aliados já construíram um plano segundo o qual o vereador Celso Jatene (PL), ex-secretário de Esporte do petista Fernando Haddad, irá se tornar chefe do Executivo paulistano provisoriamente, conforme revelado pela Folha.

Como Covas assumiu a prefeitura com a saída de João Doria para o governo do estado, não há atualmente um vice-prefeito. O primeiro na linha sucessória é o presidente da Câmara, Eduardo Tuma (PSDB), e o segundo, Milton Leite (DEM), vice-presidente da Câmara. Com informações da Folhapress

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“Anistia de quem fizer motim na polícia é inegociável”, afirma Camilo Santana

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Tropas do Exército começaram a fazer o patrulhamento no Ceará nesta sexta-feira

O governador Camilo Santana disse que propor anistia aos policiais militares amotinados é questão fora de cogitação para o Governo do Estado.

 A declaração do governador ocorre depois de os episódios ocorridos na noite de quinta-feira em que, após reunião de um grupo de senadores com representantes dos movimentos, chegou-se a falar na possibilidade.

“Anistia de quem fizer motim na polícia é inegociável”, declarou o governador Camilo Santana em rápido diálogo com a coluna do jornalista Inácio Aguiar, no Diário do Nordeste, na manhã desta sexta-feira (21).

A declaração do governador ocorre logo após a reunião de planejamento entre as forças e segurança do Estado e a 10ª  Região Militar para definir a estratégia de patrulhamento das ruas. 

O foco da operação será Fortaleza e a Região Metropolitana. As forças do Exército aqui no Ceará serão reforçadas por tropas de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

CPI

Um pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as verbas milionárias recebidas pelas associações de policiais e bombeiros militares do Ceará começou a tramitar nesta quarta-feira (19), na Assembleia Legislativa do Estado (AL-CE).

A movimentação pela CPI acontece em meio a uma crise na segurança pública no Ceará. Parte dos policiais e bombeiros militares têm organizado, desde o início de fevereiro, atos reivindicando melhoria salarial.

Na segunda-feira (17), a Justiça proibiu essas manifestações. Também ficou decidido que policiais podem ser presos se participarem desses atos grevistas. Uma decisão do Supremo Tribunal Federal de 2017 determinou que é inconstitucional o direito de greve de servidores públicos de órgãos de segurança e proibiu qualquer forma de paralisação nas carreiras policiais.

A CPI deve investigar os mais de R$ 120 milhões recebidos por 12 associações de policiais e bombeiros nos últimos seis anos, segundo dados da Secretaria Estadual do Planejamento.

“Há indícios de que esses recursos estão sendo alocados para fins eleitoreiros e de movimento paredista. Isso já faz com que haja uma conotação da importância dessa comissão”, disse o deputado estadual Evandro Leitão (PDT).

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TJ-SP absolve vereador que publicou vídeo de Doria como Hitler

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O direito fundamental à liberdade de expressão não se direciona somente a proteger as opiniões supostamente verdadeiras, admiráveis ou convencionais, mas também aquelas que são duvidosas, exageradas, condenáveis, satíricas, humorísticas, bem como as não compartilhadas pelas maiorias.

Com esse entendimento, a 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo isentou o vereador Camilo Cristófaro (PSB) de indenizar o governador João Doria (PSDB) por ter publicado no Facebook, durante a campanha eleitoral de 2018, um vídeo em que o tucano é retrato como Adolf Hitler.

O vídeo usa trechos do filme “A Queda”, que mostra as últimas horas de vida de Hitler. Na montagem feita pelo vereador, Doria aparece como o ditador nazista, com legendas em português e a logomarca do PSDB. O governador é chamado de “mentiroso” e “Pinóquio”. Ele entrou com uma ação na Justiça contra Cristófaro por danos morais. Em primeiro grau, o parlamentar foi condenado a pagar indenização de R$ 50 mil. A sentença foi reformada pelo TJ-SP.

“Da análise detida do vídeo com duração de 1min1seg não se extrai a intenção do autor de macular a honra e a imagem do autor, à época candidato ao governo de São Paulo. Com efeito, embora de gosto duvidoso, o vídeo não atrela a imagem do autor à figura do ditador Hitler, mas apenas representa uma sátira à campanha eleitoral do réu, fazendo críticas bem humoradas a respeito do que, na opinião do autor, reflete a posição do eleitorado”, disse o relator, desembargador Mônaco da Silva.

O relator afirmou que o conteúdo do vídeo não causou danos à honra e à imagem de Doria e nem lhe acarretou prejuízos eleitorais, já que venceu as eleições ao governo do estado: “Ou seja, o vídeo não incutiu no eleitorado visão negativa em relação ao candidato, de sorte que não lhe trouxe nenhum prejuízo”.

Pessoas que ingressam na carreira política, como é o caso do autor, estão mais vulneráveis à exposição pública, segundo o desembargador, incluindo críticas e sátiras, atualmente bastante difundidas nas redes sociais. “Aliás, um cem número de pessoas são diariamente satirizadas por meio de “memes” nas redes sociais, mas nem por isso se mostra razoável todas baterem às portas do Poder Judiciário para pleitear indenizações”, completou.

Mônaco da Silva reconheceu que a figura de Hitler causa “bastante repulsa”, mas também afirmou que o vídeo de Cristófaro “não atribui ao autor as mesmas práticas do ditador”. O desembargador determinou apenas que o vereador não republique o vídeo no Facebook, pois as eleições se encerraram há muito tempo e o direito à liberdade de expressão do pensamento já foi suficientemente exercido naquele momento. A decisão foi por unanimidade.

1089104-50.2018.8.26.0100

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