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PF investiga irregularidades em prestação de contas do Pros-DF

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Segundo investigações, sigla superfaturou registros nas eleições do ano passado. Partido ainda não se pronunciou

A Polícia Federal investiga suposto superfaturamento na prestação de contas de candidatos que disputaram vagas na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) pelo Partido Republicano da Ordem Social (Pros), nas eleições de 2018.

Na quinta-feira (15), a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na sede do partido, no Lago Sul, e em uma gráfica que presta serviços à sigla, em Planaltina de Goiás (GO).

Até a publicação desta reportagem, o partido ainda não havia se pronunciado sobre a operação.

As investigações tiveram início após depoimento do secretário-geral do Pros-DF, Edimilson Santana da Boa Morte. Ele atuou como coordenador de campanha em 2018 e disse à Justiça Eleitoral que a sigla teria mentido sobre a distribuição de R$ 5,7 milhões a candidatos.

Os recursos seriam do fundo partidário, montante vindo de dinheiro público e distribuído aos partidos.

Único eleito

No ano passado, o único deputado distrital eleito pelo Pros foi Fernando Fernandes. O delegado recebeu 29.420 votos e teve a segunda maior votação entre todos os eleitos para a CLDF.

Em janeiro, no entanto, o parlamentar abriu mão da vaga para assumir a Administração Regional de Ceilândia. Desde então, o espaço é ocupado pela distrital Telma Rufino, também do Pros.

À TV Globo, o deputado eleito disse que está em dia com as questões eleitorais e teve todas as contas aprovadas pela Justiça.

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