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Resenha Política

O choro de Bagattoli e a apatia de Rocha – Robson Oliveira

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RACHA

Desde o segundo turno das eleições estaduais do ano passado que a relação pessoal entre o coronel e governador Marcos Rocha (PSL) e o empresário Jaime Bagattoli, ex-candidato ao Senado Federal, não são boas. Assim que o resultado do segundo turno foi divulgado, passando para a disputa final Marcos Rocha e o tucano Expedito Junior, os dois divergiram publicamente e trocaram farpas na reunião que organizava a coordenação da campanha. Após o entrevero, Bagattoli chegou a se encontrar com o adversário do coronel, confirmou o racha, desabafou que sua candidatura foi prejudicada pelos companheiros e convocou uma coletiva no dia seguinte em Vilhena, cidade onde possui domicílio.

CHORO

Na coletiva o ex-candidato a senador pelo PSL fez declarações duras contra o coronel, avisou que estaria fora do segundo turno e que não apoiaria mais ninguém. As declarações causaram inicialmente abalo na coordenação política do coronel que o obrigou a voar a Vilhena e suplicar que Bagattoli permanecesse na campanha. Marcos Rocha chegou a publicar numa rede social o reencontro e, aos prantos, declarou irmandade com o ex-colega, afirmando que a desavença seria um ardil dos adversários supostamente para impedi-lo de vencer o pleito.

DESFILIAÇÃO

Dez meses após a posse de Marcos Rocha no cargo de governador de Rondônia, sem uma participação do grupo de Jaime Bagattoli em sua administração, o ex-senador anunciou a desfiliação do PSL e, numa carta pública, expôs mais uma vez as desavenças com o chefe do executivo. Embora rompidos, de forma elegante, Jaime conclui sua missiva desejando sucesso ao ex-aliado.

PERDA

O governo federal acaba de extinguir a possibilidade da implantação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE), através do decreto 10.037. O que estranha é o silêncio da bancada federal, do governador e dos setores produtivos com o fim do sonho da ZPE. Exceto o deputado federal Mauro Nazif (PSB), nenhuma outra autoridade criticou a extinção nem tentou a prorrogação do decreto da criação. Nos oito anos de governo, nada foi feito pelo governador emedebista Confúcio Moura não cumprindo com as exigências para a implantação. O atual mandatário sequer utilizou sua relação de amizade com o presidente Bolsonaro para a prorrogação. Na campanha o coronel candidato jactava-se que resolveria os gargalos rondonienses diretamente com o capitão presidente, haja vista a sua amizade desde a caserna.

ANOMALIA

Não há aparentemente ilegalidade no convênio entre a Energisa e a Polícia Civil visando a reforma de órgãos públicos e ampliação de espaços. É absolutamente normal que as grandes companhias que exploram nossas riquezas devolvam como contrapartida parte dos lucros amealhados com nossas riquezas naturais. O que não é normal, ao que parece ser a crítica dos membros das Comissão Parlamentar de Inquérito, é a delegacia especializada priorizar suas ações em favor da empresa como retribuição das contrapartidas. Não está claro que tal privilégio esteja ocorrendo e a nota da Polícia Civil é explicativa. No entanto, a hipótese sendo verdadeira, a anomalia ultrapassaria o limite da legalidade.

ARDILOSO

Depois de ajudar a destruir politicamente seu companheiro de partido no MDB, Valdir Raupp, o senador Confúcio Moura assumiu a primeira vice-presidência nacional do partido, por coincidência o mesmo cargo que o ex-senador exerceu. Moura, que é implacável e predador com os desafetos, não medirá esforços para retirar da influência do ex-senador o comando regional do MDB e escalou o deputado federal Lúcio Mosquini para a missão. O deputado, não é segredo para ninguém, odeia o casal Raupp. Uma questão de tempo.

SERPENTÁRIO

As críticas tornadas públicas pelo presidente Jair Bolsonaro ao presidente do PSL, deputado federal Luciano Bivar, revelam que o partido entrou em crise antes do primeiro ano no governo. O PSL é um partido de proveta, ou seja, não tem capilaridade eleitoral nem um contingente expressivo de militantes, cresceu nas eleições passadas em função do personagem denominado “mito”, Bolsonaro. A confirmar a saída do presidente da legenda, o PSL estará fadado a perder espaço político e voltar ao anonimato nas eleições municipais. O PSL existe em função da figura de Bolsonaro, Bivar e companhia não representam nada. Nem nos colégios onde foram eleitos na onda do capitão.

QUEIMADAS

Ninguém falou nada, nem nada foi feito pelas autoridades ambientais, mas o Parque Estadual de Corumbiara queimou por vários dias consecutivos com um prejuízo sem precedentes. Distante das áreas urbanas e compondo o paradisíaco Vale do Guaporé, onde o incêndio destruiu quilômetros de floresta, as labaredas eram vistas de longe. O fogaréu minimizou nos últimos dias em razão das chuvas que caíram na região. É lamentável o descaso das autoridades com o meio ambiente.

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Resenha Política

PP, MDB e PSDB vão sofrer as maiores baixas no troca-troca de legendas

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Leia a coluna Resenha Política, de Robson Oliveira

 MENTIRA

As versões dadas pelo governador coronel Marcos Rocha e pelo seu Secretário de Educação Suamy Vivecananda, em face à censura dos livros clássicos da literatura brasileira, são tão absurdas quanto o ato da violência em mandar recolher as obras. Primeiro alegaram que a notícia era uma Fake News – bordão que os governistas adotaram para se esquivar de explicar fatos -, segundo, desmentidos pela lista de autores censurados que a mídia conseguiu acesso, inventaram a desculpa esfarrapada de uma suposta conspiração de “fogo amigo”. Por último, anunciaram à imprensa que era uma lista prévia e sem assinatura. Lorota. Diz o adágio popular: mentira tem pernas curtas.

OBSCURANTISMO

A lista com as obras censuradas existe, foram listadas como “inadequadas” ao ensino médio, embora façam parte da bibliografia dos exames vestibulares. O coronel, nas redes sociais, na maior desfaçatez, abordou o assunto de forma reflexa e voltou a repetir aquele discurso atrasado dos seus gurus ideológicos sobre leituras impróprias para as crianças com menção a sexo, entre outras.

COGNIÇÃO

Pura desfaçatez do coronel, aliás, aguardou dois dias, escondido e calado, para abordar a crise, porque o ensino fundamental está a cargo municipal. O médio, que é o caso, é de responsabilidade estadual e os adolescentes devem e têm que ler toda a literatura disponível para formação cultural e pessoal. Não há registro de obra, a exemplo de Kama Sutra, na grade curricular estadual que exija uma comissão de “notáveis” para censura prévia. A lista da Seduc revela algo pior: não conhecem as obras, caso conheçam, leram a versão em sânscrito, o que teria complicado o entendimento cognitivo dos censores.

TREVAS

Tão grave quanto a censura em si, é a outra versão de que o titular da pasta, professor Suamy Vivecananda, não sabia quais as obras que constavam da lista a ser indicada como inapropriada para os alunos da rede estadual. Euclides da Cunha – militar, jornalista e engenheiro foi o primeiro a se embrenhar pelos sertões para escrever a memorável reportagem que virou best seller – Os sertões-, Mário de Andrade com nosso herói mau caráter eternizado na obra Macunaíma e o clássico americano escritor Edgar Allan Poe, entre tantos outros. Não há desculpa, perdão ou como minimizar os fatos que ensejaram nessa estúpida lista. Em O Corvo, Allan Poe tasca: ” ‘Tens o aspecto tosquiado’, disse eu, ‘mas de nobre e ousado, Ó velho corvo emigrado lá́ das trevas infernais!’ ” Ao instituir uma comissão censora, Suamy optou por endossar as trevas, negando o seu currículo de professor em tempo de João Bento. Amenizar tal opção é tolerar o intolerável. Pouco importa o autor da famigerada lista, temos que repudiar é sua existência para que nunca mais tamanha calhordice seja aceitável, especialmente por quem se julga educador.

REVOADA

Em trinta dias começam as mudanças dos partidos pelos prováveis candidatos às eleições municipais de outubro. Já há muita gente apalavrada para mudar de partido e, em off, a coluna descobriu que o PP, MDB e PSDB vão ser a legendas que sofrerão as maiores baixas. Prefeitos, vereadores e caciques estão de malas prontas para trocar de partido.

INDECISÃO

Há uma expectativa em relação ao anúncio da eventual confirmação do prefeito da capital na candidatura à reeleição. É verdade que Hildon Chaves ainda resiste em definir a candidatura e prometeu decidir após o carnaval. Acerta no pule de dez que nem no carnaval, nem na quaresma o prefeito da capital anuncia sua decisão. Caso cometa este erro primário, antecipa o processo ou sela o fim da sua administração. A indecisão faz parte do jogo, saber jogá-lo é coisa para profissional. Quem diz que é candidato hoje, não é amanhã. O inverso também é verdadeiro. Na política o imprevisível, às vezes, é de uma previsibilidade atroz.

DESCARTÁVEIS

Já há muitos pré-candidatos a prefeito que exageram com seus embustes nas mídias digitais. No Face, por exemplo, aparece cada figura fazendo todo tipo de bobagem para aparecer. Até as convenções as pré-candidaturas são estimuladas pelos caciques para atender aos interesses inconfessáveis desses dirigentes partidários. Nas convenções, quando os interesses pessoais sobrepõem, alguns desses inocentes úteis (pré-candidatos) são descartados sem muito pejo. Quem é do ramo da política sabe: candidato de verdade é aquele que tem um partido para chamar de seu.

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Resenha Política

Deputado de Rondônia leva “pito” de Bolsonaro, “convido quem eu quiser”

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Leia a íntegra da coluna Resenha Política, de Robson Oliveira

REARRUMAÇÃO

O ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires (PSB), em conversa descontraída com este cabeça chata, revelou que pretende observar o desenrolar das eleições municipais sem  apoiar nenhum candidato abertamente. Disse que vem conversando com vários grupos políticos, em particular com Expedito Junior (PSDB), papos visando as eleições de 2022. Não descartou deixar o PSB e, na hipótese de sair, há o convite para ingressar no PSD. Jesualdo foi o prefeito de Ji-Paraná mais bem avaliado e disputou as eleições de 2018 a uma vaga senatorial em que obteve uma boa votação.

TORMENTA

O livro da jornalista Thaís Oyama, Tormenta, lançado recentemente, em que narra crises, intrigas e segredos, em um ano do governo do capitão Jair Bolsonaro, em suas páginas 68 e 69, dedica um chega para lá do capitão ao coronel e deputado federal rondoniense Chrisóstomo (PSL). De acordo com a autora, na primeira reunião com a bancada do PSL o deputado de Rondônia perguntou porque o presidente levava somente o deputado federal Hélio Negão nas viagens presidenciais. Irritado, Bolsonaro respondeu: “Ô deputado, o senhor me desculpe, mas eu convido quem eu quiser”. Quem assistiu à cena percebeu que o coronel ficou atormentado com a resposta ríspida.

ESTRELATO

O deputado federal Léo Moraes conseguiu ser indicado a novo líder do PODEMOS na Câmara Federal, na última segunda-feira, quando o Congresso retornou do recesso. O parlamentar rondoniense, portanto, passa a compor o grupo de parlamentares que compõe o colégio de líderes. Cabe ao seleto grupo de parlamentares definir toda as pautas de votação, além das indicações dos membros das comissões permanentes. Léo deixa o baixo clero para estrear entre os deputados federais do alto clero que conduzem as votações da Câmara Federal. Antes, somente o ex-senador Valdir Raupp conseguiu a proeza de liderar a bancada no Senado Federal.

CASCATA

Partidários do deputado federal Mauro Nazif (PSB) espalham por aí uma suposta pesquisa – suposta porque os números apurados são duvidosos – onde ele desponta como candidato a candidato competitivo a prefeito da capital. Nazif nunca tornou público o desejo de retornar à administração municipal, mas seus partidários forçam a barra espalhando percentuais irreais. Embora atualmente com um desempenho razoável na Câmara Federal, na municipalidade foi o maior desastre. A candidatura é cascata. Aposto!

OPORTUNISTAS

É impressionante como em temporada eleitoral aparecem candidatos enrustidos falando em nome de tudo e todos. Nada do que eleição para os oportunistas aparecerem como salvadores da pátria. Fazem qualquer coisa para aparecer, nem que seja passar por ridículo aos olhos do povo. Há aqueles que continuam com os métodos arcaicos das caneladas, embora o eleitor esteja tão incrédulo que nestas eleições a abstenção e o voto nulo correm o perigo de serem maioria.

AVACALHAÇÃO

As eleições estão tão avacalhadas que um candidato a candidato a prefeito que preside uma associação de chifrudos anunciou a pretensão de administrar Porto Velho. Mesmo sendo pessoalmente um cara de boa verve, Pedro Soares aborda as pessoas com as quais se relaciona em tom folclórico e vai logo avisando que dispõe de vagas para vereadores. Dificilmente ele próprio leve a sério a suposta candidatura até as convenções, mas vai ajudar a avacalhar um processo envolto a muita desconfiança de esculhambação.

CONVITES

Apesar das resistências contrárias dos familiares, o desembargador Walter Waltemberg está avaliando com certo entusiasmo colocar o nome como candidato a candidato a prefeito. Inicialmente chegou a entabular conversas com o MDB, presidido pelo deputado federal Lúcio Mosquini. Mas foi procurado também por emissários do PSD e Aliança para o Brasil. Valter estabeleceu início de abril para anunciar a decisão, visto que sua aposentadoria das funções de desembargador já está encaminhada.

IRRESPONSABILIDADE

Todas as medidas preventivas adotadas pelo Ministério da Saúde e pelas Secretarias estaduais de Saúde no Brasil são essenciais para conter um surto de corona vírus. Todas as coletivas concedidas diariamente pelos órgãos de controle subordinados ao Ministério da Saúde foram em tom ameno para evitar alarme e pânico junto à população. O Governo Federal tem adotado cautela na divulgação de eventuais casos, bem diferente do tom alarmista adotado pelo Secretário de Saúde de Rondônia, Fernando Máximo, ao anunciar as suspeitas de dois casos no estado. Anúncio que sequer entrou nas estatísticas nacionais. A forma como Máximo anunciou solenemente as tais suspeitas beira a irresponsabilidade.  

MARANHÃO

O governador e ex-juiz federal Flávio Dino, do Maranhão, é hoje o principal nome da esquerda para enfrentar as eleições presidenciais contra o capitão Jair Bolsonaro. Mesmo sendo um governador bem avaliado em seu estado e implementando ações concretas que estão ajudando a melhorar os índices de qualidade de vida dos maranhenses, é na área da educação que o governador tem se destacado ao pagar um salário ao professor da rede estadual acima dos seis mil reais. Não será uma tarefa fácil para a esquerda viabilizar nacionalmente o nome de Dino, mas não é impossível em tempos de redes digitais que criam mitos e destroem reputações.

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Resenha Política

Vinicius Miguel virou a “noiva preferida” dos partidos para 2020

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Confira a íntegra da coluna Resenha Política, de Robson Oliveira

ELEIÇÕES

Chegamos, finalmente, a mais um ano eleitoral que deverá renovar os mandatos dos prefeitos e vereadores. As movimentações políticas já estão em curso e nos próximos dias veremos as mudanças de partidos. Os caciques dos partidos, ressabiados com os resultados surpreendentes das eleições estaduais passadas, procuram nomes novos fora do senso comum para evitarem ser atropelados pelas circunstâncias.

SEDUÇÃO

O professor Vinícius Miguel, atualmente no partido Cidadania, é o mais cobiçado pelas legendas tradicionais em razão da expressiva votação que obteve nas eleições estaduais quando disputou a vaga de governador. Por ter sido mais votado em Porto Velho, é natural que apareça como um dos candidatos favoritos a prefeito. O senador Confúcio Moura (MDB) convidou o jovem professor para ingressar no MDB com a promessa de ser alçado o candidato a prefeito. O convite do senador não foi capaz de seduzir Vinícius que, para escapar do assédio senatorial, exigiu a direção Regional do MDB sabendo que Confúcio Moura não é unanimidade dentro do próprio partido.

SEDUÇÃO II

Emissários do Solidariedade, em nome do ex-governador Daniel Pereira, também procuraram Vinícius Miguel. Assim como o tucano prefeito Hildon Chaves e partidários ligados ao deputado federal Léo Moraes, do Podemos. Ao que parece, o professor Vinícius não vai ceder ao assédio dos caciques para formar chapa como coadjuvante (vice-prefeito). Em política nada é impossível, mas Vinicius revelou à coluna que qualquer conversa sobre coligação majoritária será possível desde que ao Cidadania seja reservada a vaga de protagonista.  

PIJAMA

O desembargador Walter Waltenberg Junior, ex-presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, decidiu antecipar o pedido de aposentadoria da magistratura para cuidar dos interesses pessoais, entre eles, uma eventual candidatura a prefeito da capital. A executiva municipal do MDB, na manhã de ontem (20), reuniu-se com o desembargador e o convidou oficialmente para ingressar no partido e ser o candidato a candidato a prefeito. A proposta inicialmente animou Walter que, após a reunião, confirmou à coluna o convite e revelou que vai avaliar até o início de abril para tomar uma decisão. Mas, vestir o pijama e se recolher ao lar para se dedicar exclusivamente à criação das suas “vaquinhas felizes” não estão nos planos do magistrado.

XERIFE

Outro operador do direito que não descarta entrar no páreo e disputar a prefeitura da capital é o ex-Procurador Geral de Justiça de Rondônia, promotor Heverton Aguiar. Não houve nenhum outro procurador que marcou a passagem no cargo como Dr. Heverton. Sob seu comando, sacudiu as estruturas dos poderes e retirou da vida pública mais de duas dezenas de ocupantes de cargos políticos por desvios de condutas. Enfrentou com destemor organizações criminosas antes intocáveis e não deixou de denunciar pessoas que eventualmente conviviam socialmente. Não será surpresa ele antecipar também a aposentadoria para ingressar no campo que tanto combateu. Medo ele já provou que não tem, embora a política ainda não tenha sido totalmente saneada.

INDECISOS

Os dois últimos candidatos que disputaram o segundo turno das eleições municipais passadas, na capital, Hildon Chaves (PSDB) e Léo Moraes (PTB), ainda não decidiram se vão disputar as eleições deste ano. Os assessores mais afoitos, por razões óbvias, andam se digladiando nas redes sociais como se os dois tivessem definidos. A indecisão de ambos é relacionada a um suposto medo de se enfrentarem; não é esta a questão. O que a coluna apurou é que tanto Léo Moraes (campeão de votos nas eleições de deputado federal) quanto Hildon Chaves (campeão de votos na capital na eleição de 2016), começam a pensar num enfrentamento nas eleições de 2022. Enquanto o calendário político permitir, eles vão procrastinar a decisão, para transtornos dos apaniguados. Quem é do ramo, sabe que a tática é a mais adequada no momento.

SUCATA

Acho a mais absoluta inutilidade as reações agressivas pela indicação do presidente Bolsonaro da atriz Regina Duarte (talentos artísticos incontestáveis) para o cargo de Secretária da Cultura. Não comungo dos preconceitos políticos que a ex-namoradinha do Brasil tem professado, mas compreendo que numa democracia cada um tem o direito de manifestar suas posições políticas livremente, visto que é da essência da democracia posições divergentes. Regina Duarte conhece o ofício artístico como ninguém e terá o desafio de amenizar os impropérios do novo chefe em direção aos colegas artistas. O papel que assumirá é árduo, como rainha da sucata deu show. Corrigir Odorico Paraguaçu das invertidas contra a democracia e os desafetos és o descomunal desafio da talentosa atriz.

FÉRIAS

A coluna retornou das férias ainda em processo de recuperação do escriba cabeça chata, depois de uma queda com luxações no ombro e no cotovelo. A dor ainda é forte e exige muita fisioterapia. Enquanto a dor for suportável, manteremos a atualização todas as terças. A partir de maio, terças e quintas.

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