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Marcos Rocha poderia vincular dívida do Beron a apoio a reforma da Previdência

Rocha está em Brasília em reunião com presidente e governadores

Dificilmente haverá momento tão propício quanto o atual para que Rondônia se livre de dois problemas sérios, a dívida do Beron e a transposição dos servidores para os quadros da União. Basta o governador Marcos Rocha (PSL) parar de ser subserviente e enquadrar Jair Bolsonaro, atrelando o apoio à reforma da previdência a essas duas situações.

O problema é que Rocha foi eleito como sendo “amigo de Bolsonaro” e dificilmente terá coragem de cobrar do “amigo” essas questões.

A dívida do Beron, uma trapalhada iniciada no governo de Valdir Raupp, consome boa parte do orçamento do Estado e a transposição é uma novela interminável, que se estende graças a trapalhadas de parte da bancada federal. A última agora é querer incluir os ex-beronianos (que foram regiamente indenizados quando o banco faliu) como ‘servidores inativos da União’.

Discussões à parte, o momento está perfeito para resolver essas questões. Basta coragem coronel!

Sobre o autor

Jornalista, editor de Painel Político, consultoria em comunicação
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