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“Eleição da mesa foi uma das mais transparentes”, diz ALE em nota sobre operação da PF

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Legislativo rondoniense se colocou à disposição das investigações

O presidente da Assembleia legislativa, Laerte Gomes emitiu nota na noite da última quinta-feira sobre as buscas realizadas na Casa pela Polícia Federal no âmbito da Operação Feldberg, deflagrada na manhã de quinta, 5.

Laerte Gomes explicou em nota que “a eleição da Mesa Diretora foi uma das mais transparentes dos últimos anos”. De acordo com a PF, existem “suspeitas de irregularidades no processo”. Os deputados elegeram, em fevereiro deste ano, Laerte Gomes para o primeiro biênio e Alex Redano no segundo. Todo o processo foi acompanhado de perto e acredita-se que as suspeitas surgiram a partir de conversas telefônicas interceptadas entre o deputado Jean Oliveira e seu pai, o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia, Carlão de Oliveira, que encontra-se foragido após várias condenações pela justiça rondoniense. Jean cogitou ser candidato à presidência, mas terminou aceitando o entendimento da maioria.

Laerte também enfatizou em nota que “nenhum dos servidores citados no inquérito é lotado em seu gabinete” e destacou ter conseguido, através de sua gestão, economizar R$ 40 milhões nos últimos 11 meses que serão devolvidos ao Executivo. Veja a íntegra da nota:

Nota Oficial da Presidência da Assembleia Legislativa de Rondônia

Em respeito à população rondoniense venho esclarecer o seguinte:

A eleição da mesa diretora foi uma das mais transparentes dos últimos anos. Nossa eleição se deu com a soma de 23 votos dos nobres pares, que hoje nos ajudam de forma integrada a administrar os destinos desta Casa de Leis.

Esclareço que nenhum dos servidores citados no inquérito é lotado em meu gabinete.

Nossa gestão preza pela transparência, probidade e legalidade. O resultado está na economia de R$ 40 milhões nestes 11 meses à frente da Presidência da Assembleia Legislativa. Esses recursos retornarão aos cofres do Estado de Rondônia para melhor servir nosso povo.

Por fim, informo que a Assembleia Legislativa está à disposição das autoridades para qualquer informação necessária relacionada a investigações da Operação Feldeberg.

LAERTE GOMES

Presidente

Operação Feldberg

Na manhã de quinta-feira, 5, a Polícia Federal deflagrou a operação Feldberg, onde foram cumpridos 11 mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária, dez mandados de suspensão do exercício da função pública e 52 mandados de busca e apreensão nas cidades de Porto Velho, Alta Floresta D’Oeste, Vilhena, Ji-Paraná, Alto Alegre dos Parecis, Humaitá e Cuiabá.

Além de cumprir mandados judiciais, como busca e apreensão, a PF pediu o bloqueio de contas bancárias e bens dos investigados, além do sequestro de imóveis e veículos, “que poderão alcançar o valor total de indisponibilidade de quase R$ 500 milhões”.

Segundo a PF, a operação foi feita em conjunto com o Ministério Público do Estado de Rondônia. Cerca de 200 policiais e 50 viaturas participaram da ação.

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