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Brasil

Dono da Havan é condenado por pedir votos em Bolsonaro a seus funcionários

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Decisão de ministro do TSE não cabe recurso e obriga empresário a pagar multa de R$ 2 mil por ações durante a campanha eleitoral de 2018

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, foi condenado a pagar R$ 2 mil por pedir votos em Jair Bolsonaro a todos os seus funcionários durante as eleições de 2018. A decisão, em caráter definitivo, é do ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Sérgio Banhos.

Declarado apoiador de Bolsonaro, Luciano Hang fez campanha ao então candidato do PSL com tweets e vídeos durante a campanha. Ele foi acusado por funcionários da Havan de pedir votos e muitos se sentiram coagidos.

O processo chegou ao TSE após denúncia da coligação que tinha Geraldo Alckmin como candidato a presidente, formada pelos partidos PSDB, PRB, PP, PTB, PR, PPS, DEM, PSD e Solidariedade).

No dia 1º de outubro, o dono da Havan postou um vídeo em que se dirigia a seus funcionários pedindo uma salva de palmas a Bolsonaro, completada com a frase “todos aqui sabem que eu sou Bolsonaro. Para esse BRasil mudar, Bolsonaro presidente”.

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