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Congresso Nacional

Deputado federal Luis Miranda é denunciado por estelionato no DF

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Ministério Público acusa parlamentar e outras duas pessoas de apresentaram cheque falso para pagar dívida. Deputado chama denúncia de ‘insanidade’

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) denunciou o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e outras duas pessoas pelo crime de estelionato. Segundo a acusação, o trio apresentou um cheque falso para pagar uma dívida de aluguel.

O MPDFT afirmou que a denúncia foi protocolada em 26 de setembro e já aceita pela Justiça. O Tribunal de Justiça do DF, no entanto, disse à reportagem que a ação foi protocolada nesta segunda-feira (21) e que ainda não há decisão do juiz sobre aceitação ou recusa da denúncia.

Já o deputado federal Luis Miranda disse à reportagem que a denúncia é uma “insanidade”. Em nota, a assessoria dele informou que a dívida do aluguel foi “devidamente quitada” e que o deputado “não tem relação” com o cheque fraudado.

Além do parlamentar, são citados no processo Halison Ribeiro Vitorino e Eurico Cândido de Miranda. A reportagem não conseguiu contato com as defesas deles. O espaço está aberto para posicionamento.

Dívida de aluguel

O caso ocorreu em 2010. Segundo a acusação, Halison alugou um imóvel em Taguatinga e apresentou o deputado Luis Miranda como fiador. Durante a vigência do contrato, os dois não teriam pagado os alugueis, o que motivou uma ação de despejo movida pela empresa dona do imóvel.

De acordo com o MP, após a instauração do processo, o terceiro denunciado, Eurico de Miranda, procurou a empresa a mando do deputado e de Halison, com o objetivo de fazer um acordo.

Os denunciados aceitaram pagar o valor de R$ 11,5 mil em dois cheques. De acordo com o MP, um deles, no valor de R$ 7,5 mil, em nome de pessoas não relacionadas ao negócio. O segundo teria sido emitido pela Fitcorpus, clínica de estética fundada por Luis Miranda.

Cheque falso

Segundo o Ministério Público, no entanto, ambos os cheques foram devolvidos, sendo que um deles era falso. O outro, em nome da Fitcorpus, também não foi debitado por insuficiência de fundos.

À reportagem, Luis Miranda afirmou que acreditar que foi vítima de um erro. “Acredito que a Justiça irá corrigir isso imediatamente, tanto que ainda não fui citado e certamente já devem ter identificado o grave erro”, afirmou.

Com G1/DF

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