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Coluna Painel Político

[Coluna] – Marcos Rocha, 100 dias e nenhum prego numa barra de sabão em prol da população de Rondônia

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E ainda, decisão de Alexandre de Moraes faz STF chafurdar na lama da censura; mais alta Corte do país é diretamente responsável pela insegurança jurídica que vivemos atualmente

Avestruz

Tem coisas que é melhor não mexer para não provocar situações constrangedoras. O governador Marcos Rocha, no afã de ganhar popularidade, espalhou através de seu perfil no Facebook (ele não sabe usar o Twitter, tal qual seu guru, Jair Bolsonaro) ter sido o responsável pela miserável redução de pouco mais de 7% nas tarifas de energia elétrica em Rondônia. O governador só esqueceu de combinar com a Aneel e com a bancada federal. Os deputados que participaram da reunião da Aneel, se alvoroçaram em assumir a paternidade. Filho bonito, todos querem ser pai. E Rocha passou por uma pessoa que distorce a realidade. O grande problema é que o governador não tem ações concretas para resolver os problemas do Estado e agora por último inventou um “rombo” de R$ 400 milhões nos cofres públicos.

Cadê o plano?

Passaram-se 100 dias de governo Marcos Rocha. 100 dias de papo furado, de selfies, viagens à Brasília e nenhum prego em uma barra de sabão em prol de melhorar a vida da população de Rondônia. O governo não tem um plano sequer no sentido de gerar empregos, aumentar a arrecadação, educação ou saúde. Já cargos para apadrinhados…

Olha essa

A Aneel autorizou reajuste nas contas de energia nos estados de Sergipe (3,33%), Bahia (6,67%), Rio Grande do Norte (4,73%) e Ceará (7,39%). De acordo com a agência, a revisão tarifária periódica “reposiciona as tarifas cobradas dos consumidores após analisar os custos eficientes e os investimentos prudentes para a prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica”. Esses reajustes acontecem de quatro em quatro anos. Viu ai? Bem diferente dos presentes dados à Energisa em Rondônia e Acre.

Até tu?

O Supremo Tribunal Federal declarou guerra a quem critica a Corte, graças a uma reportagem da revista Crusoé que cita o ministro Dias Toffoli em um dos depoimentos de Marcelo Odebrecht. O ministro Alexandre de Moraes, com DNA tucano, partiu para o impensável, a censura explícita, que causa indignação em um momento que o jornalismo sofre ataques diários por parte de autoridades. Moraes deu à direita radical, o argumento necessário para jogar na lama (para não dizer na merda) o pouco que restava de credibilidade a mais alta Corte do país. Que comece o caos!

Feitiço contra o feiticeiro

Setembro de 2018: STF censura a Folha, impedindo o jornal de entrevistar Lula na prisão. Muitos comemoraram, inclusive o site O Antagonista. Abril de 2019: em outro caso flagrante de inconstitucionalidade, a Corte decide censurar O Antagonista.

Grande culpado

A insegurança jurídica que vivemos atualmente tem um nome: Supremo Tribunal Federal, desde que passou a distorcer as leis do país para agradar grupos políticos, como prisões em segunda instância, achismos ao invés de provas materiais, fatiamento de processos, e por aí vai. São tantas ilegalidades que fica difícil ter qualquer tipo de consideração quando ministros são esculhambados nas ruas. A que ponto chegamos.

Pacote pró-milícia

Diretor de Tropa de Elite e O Mecanismo, o cineasta José Padilha, que conhece como poucos o modus operandi das milícias cariocas, fez um duro questionamento ao pacote anti-crime do ministro Sérgio Moro, que segundo Padilha, em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo, estimula o crescimento das milícias, que por sua vez, segundo o diretor, “são ligadas ao clã Bolsonaro”. Padilha destacou, “Flávio Bolsonaro não foi o senador mais votado em 74 das 76 seções eleitorais de Rio das Pedras por acaso…”. Segundo Padilha, o pacote anti crime que Sergio Moro enviou ao Congresso “é um pacote pró-milícia, posto que facilita a violência policial”. Ele lembra ainda que, apenas no Rio de Janeiro, a cada seis horas, policiais em serviço matam alguém e que apenas 2% dos casos são denunciados à Justiça e poucos chegam ao Tribunal do Júri. “Aprovado o pacote anti crime de Sérgio Moro, esse número vai tender a zero. Isso porque o pacote prevê que, para justificar legítima defesa, bastará que o policial diga que estava sob ‘medo, surpresa ou violenta emoção'”, diz ele.

Arremedo

Padilha diz ainda que “é óbvio que o pacote anti crime de Moro vai estimular a violência policial, o crescimento das milícias e sua influência política”. Por fim, ele afirma que o ex-juiz é uma espécie de “antiFalcone”, referindo-se ao juiz italiano que conduziu a Operação Mãos Limpas e foi assassinado pela máfia. “Seu pacote anticorrupção é, também, um pacote pró-máfia”, diz Padilha.

Cogumelos podem reduzir risco de declínio cognitivo

Os idosos que consomem mais de duas porções padrão de cogumelos por semana podem ter até 50% de redução do risco de transtorno cognitivo leve (TCL). Os pesquisadores analisaram dados de mais de 650 participantes (com idade ≥ 60 anos) do estudo Diet and Healthy Aging (DaHA), em Cingapura, e descobriram que, em comparação com os participantes que consumiram cogumelos menos de uma vez por semana, aqueles que consumiram mais de duas porções semanais tiveram menos chance de TCL. A associação foi independente de fatores como idade, sexo, estilo de vida e comorbidades. “Observamos que o consumo de cogumelos está associado a chances reduzidas de TCL entre idosos chineses vivendo em Cingapura”, disse ao Medscape o primeiro autor, Dr. Lei Feng, Ph.D., médico e professor assistente da Yong Loo Lin School of Medicine, National University of Singapore. “Nossos dados transversais endossam o potencial papel dos cogumelos e seus compostos bioativos – especialmente a ergotioneína, que é um composto com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias – de retardar a neurodegeneração”, disse o pesquisador. O estudo foi publicado on-line em 12 de março no periódico Journal of Alzheimer’s Disease.

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