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Coluna Painel Político

[Coluna] – Léo Moraes quer visita da Comissão de Educação da Câmara à Porto Velho para resolver problema dos alunos sem aula

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De acordo com o deputado, são 3 mil alunos que estão fora da sala de aula por incompetência da prefeitura no transporte escolar

Agiu rápido

O governador Marcos Rocha reagiu rápido em relação ao incêndio que ocorreu na fronteira Bolívia/Brasil, em Costa Marques. O comércio boliviano, que funcionava há décadas de forma precária, sobre palafitas, pegou fogo e deixou 10 feridos. O incêndio começou por volta das 18h na segunda-feira (24), após uma explosão em um motor de energia. As chamas atingiram rapidamente as casas e comércios bolivianos na cidade de palafita. Por volta das 20 horas Marcos Rocha já havia se posicionado sobre o caso, enviando apoio para Costa Marques. Reagiu rápido e pontual, conforme se espera dos governantes.

Demorou

O local onde funcionava o comércio na Bolívia era extremamente precário. Eu mesmo estive por lá algumas vezes e sempre me surpreendia como aquilo ali ainda não havia incendiado. Além de todos os produtos altamente inflamáveis que haviam no local, como roupas, eletrônicos e muito plástico, os bolivianos também armazenam gasolina, que é vendida em garrafas pet. E o lado brasileiro não é muito diferente. Na beira do rio Guaporé, em Costa Marques, praticamente toda a região portuária é de madeira e sem nenhum tipo de fiscalização. Basta um curto-circuito ou um fogo nas proximidades e tudo vai queimar também.

Ação rápida

O presidente da Assembleia, Laerte Gomes tão logo soube do sinistro, conversou com o prefeito de Costa Marques, Vagner Miranda da Silva, o Mirandão, e mobilizou setores do Governo Estadual para ajudar possíveis vítimas do incêndio. “Estamos cumprindo nossos compromissos na Assembleia Legislativa em Porto Velho, mas atentos a todas as informações sobre o incidente com nossos irmãos bolivianos”, afirmou Laerte Gomes. 

Para resolver

O deputado federal Léo Moraes protocolou requerimento junto à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados para o agendamento de uma visita técnica da comissão e a formação de uma mesa redonda para buscar uma solução definitiva para o problema das quase 3 mil crianças que estão fora das salas de aula por incompetência da prefeitura de Porto Velho em resolver a questão do transporte escolar. “Os municípios devem atuar prioritariamente no Ensino Fundamental e na Educação Infantil. Além disso, a distribuição dos recursos públicos tem que dar prioridade ao atendimento das necessidades do ensino obrigatório, no que se refere à universalização, garantia de padrão de qualidade e equidade. A educação no município de Porto Velho tem andado na contramão desses requisitos mínimos de dignidade que o Estado deveria promover, motivo pelo qual se faz necessária a visita técnica, seguida de mesa redonda, na Cidade de Porto Velho – RO, com o objetivo de vistoriar as escolas do município e discutir sobre os mais de 3000 alunos sem aula desde 2018”, justificou.

Cá entre nós

O Ministério Público do Estado precisa adotar medidas enérgicas contra o prefeito de Porto Velho no que diz respeito a essa situação. Nas regiões ribeirinhas, é consenso que se o prefeito não tivesse sido integrante do Parquet, já teria sido preso e/ou afastado do cargo. Infrações na área da educação são consideradas gravíssimas e prefeitos já sofreram punições pesadas por bem menos. A situação está ficando desagradável e dentro do próprio Ministério Público existe corrente que defende um “endurecimento” contra Hildon Chaves, “a instituição está sendo penalizada”, disse um integrante do Parquet.

Fortes emoções

O retorno de Sergio Moro ao Brasil promete emoções fortes. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara vota nesta quarta-feira a convocação do ministro, o que é mais forte do que o convite feito anteriormente, e obrigaria Moro a comparecer. Além disso, ele terá de dar informações à Câmara sobre o que o levou aos Estados Unidos nesta semana. O Ministério da Justiça tem se recusado a informar detalhes da viagem, alegando questões de segurança. Moro deveria comparecer nesta quarta-feira a Comissão de Constituição e Justiça para falar sobre as mensagens vazadas do Telegram da Lava Jato, após um acordo ter sido selado entre os presidentes de quatro comissões da Casa — de Constituição e Justiça, dos Direitos Humanos e Minorias, da Fiscalização Financeira e Controle e a do Trabalho, de Administração e Serviço Público. Moro terá 30 dias para responder com os dados solicitados. As informações são da Época.

Estudo alemão conclui que substância do espinafre pode causar doping

No desenho animado Popeye, o marinheiro ganha força extra quando come uma lata de espinafre. Cientistas da Universidade Livre de Berlim descobriram que isso não é apenas ficção. Após um estudo, eles recomendam que a ecdisterona – substância química presente no espinafre – seja adicionada à lista de doping. O Instituto de Farmácia da universidade conduziu um programa de treinamento de força de 10 semanas com 46 atletas para testar como a substância afeta o desempenho físico. Alguns dos participantes receberam placebos e, outros, cápsulas de ecdisterona contendo o equivalente a até 4 quilos de espinafre cru por dia. Durante a pesquisa, que foi apoiada pela Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês), os atletas que receberam o suplemento viram sua força física aumentar três vezes mais que a dos colegas que tomaram o placebo. O estudo é o primeiro na Alemanha a provar a ligação entre a ecdisterona do espinafre e a melhora significativa do desempenho físico, embora pesquisas anteriores em outros países tenham apontado conclusões semelhantes. “Nossa hipótese era de que veríamos um aumento no desempenho, mas não esperávamos que fosse tão grande”, disse Maria Parr, do Instituto de Farmácia da Universidade de Berlim, em entrevista às emissoras ARD e ARTE. De acordo com a pesquisadora, os resultados indicam que a ecdisterona deveria pertencer à lista de substâncias proibidas para atletas. “Recomendamos à Wada, em nosso relatório, que a substância seja adicionada à lista de doping. Achamos que, se ela aumenta o desempenho, essa vantagem injusta deve ser eliminada”, acrescentou.

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