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Coluna Painel Político

[Coluna] – “Juntos e Shallow Now”, é como caminha o governo de Marcos Rocha e Assembleia Legislativa

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E três figuras tiveram papel importante neste processo, saiba quem são os bombeiros que esfriaram as tensões

Mais fake impossível

“Hacker aqui” é a coisa mais doida que você vai ver esta semana nas timelines e no noticiário brasileiro. Não dá nem para comentar uma conversa dessas.

Grampolândia

Relatos de bastidores revelam o uso indevido do sistema Guardião em Rondônia, aquele que escuta conversas alheias. Nos próximos dias traremos mais detalhes sobre o caso.

Bom lembrar

Que o Ministério Público havia dado início a uma auditoria no Guardião em Rondônia ainda na gestão de Confúcio Moura, quando Héverton Aguiar era Procurador Geral. Ele deixou o cargo e nunca mais se ouviu falar sobre o caso.

Importando lixo

Uma empresa do grupo Amazon Fort, a Amazon Recicly foi multada pela secretaria municipal de Meio Ambiente de Porto Velho em míseros R$ 15 mil após jogar lixo hospitalar no lixão da capital. A denúncia partiu da empresa Marquise, que administra o aterro e faz coleta. A empresa não havia sido multada antes porque “as fotos eram em preto e branco”, disse o secretário ambiental…

No armário

A nota sobre um parlamentar estadual flagrado em uma boate LGBT em Porto Velho causou furor. Interessante seria se as pessoas se preocupassem mais com os problemas políticos do Estado que com a vida sexual dos parlamentares. E não, não vamos tirar o cara do armário. Ele que se entenda com a esposa e família.

Juntos e shallow now

Essa é a melhor situação que pode descrever a relação entre o governo de Marcos Rocha e a Assembleia Legislativa de Rondônia. E três pessoas foram importantes nesse processo, Laerte Gomes, presidente da Assembleia, Alex Redano, que assume a presidência no próximo biênio e Júnior Gonçalves, chefe da Casa Civil que conseguiu esfriar as tensões que pairavam sobre os poderes.

Até a sabatina

Dos indicados aos cargos de direção de autarquias e fundações do Estado foi em clima de paz e amor. Mas, é bom lembrar, deputado tem que fiscalizar as ações do governo, e mesmo imperando esse clima de alegria o trabalho tem que continuar.

Tragédia

A advogada Indara Araújo que vivia no Acre mas era inscrita na OAB de Rondônia faleceu em um trágico acidente na BR 364, próximo à Extrema, ainda em Porto Velho. Junto com ela, no carro, o filho de apenas 4 anos e sua mãe, de 56. A OAB emitiu nota de pesar.

Falando em advocacia

O Tribunal de Justiça de Rondônia negou prisão domiciliar aos advogados Elvis Alves dos Santos e Gabriel Martins Monteiro, presos quando repassavam bilhetes a membros de facção no presídio 470, em Porto Velho. Elton Assis, presidente da OAB-RO, determinou a instauração de processo disciplinar para apurar a conduta profissional dos advogados.

Baixa

Agências de notícias informaram no fim da tarde desta quinta-feira a primeira baixa militar no governo de Jair Bolsonaro, o secretário de governo General Santos Cruz teria sido demitido. O Planalto deve anunciar o novo nome nas próximas horas.

Dois a cada dez pacientes diagnosticados com epilepsia não têm a doença

Pelo menos 20% dos pacientes diagnosticados com epilepsia não têm a doença e continuarão a ter crises apesar do tratamento. “É o que chamamos de pseudorresistência”, explicou a Dra. Cristine Cukiert, neurologista e coordenadora do ambulatório de epilepsia do Departamento de Neurologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em uma apresentação durante o XII Congresso Paulista de Neurologia (CPN 2019), realizado de 29 de maio a 1º de junho, no Guarujá, em São Paulo. “São pacientes que podem apresentar eventos não epiléticos, muitas vezes de origem psicogênica, que permanecem erroneamente diagnosticados e tratados de modo inadequado.” Com mais de 2.000 participantes, o encontro promoveu debates para a atualização do conhecimento dos neurologistas de São Paulo. Nesta edição, a epilepsia foi um dos temas do segundo dia do evento. Além do erro diagnóstico e suas consequências, a identificação equivocada do tipo de crise do paciente pode contribuir para a falsa resistência à doença. “Em pacientes com epilepsia generalizada, por exemplo, as imagens do eletroencefalograma (EEG) podem mudar com o avanço da idade, o que é uma armadilha para o clínico”, explicou a especialista. O uso de medicamentos inapropriados pode agravar as crises.

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