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Coluna Painel Político

[Coluna] – Estranhos movimentos emergenciais no contrato de alimentação dos presos em Rondônia

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Mesmos personagens que assombraram (e tumultuaram) processo no início do governo de Confúcio Moura continuam agindo nas sombras

Tudo igual

Lembram que no início do governo de Confúcio Moura, em 2011, ocorreu um caos no setor de alimentação dos presídios de Rondônia? Foi tanta confusão que terminou em prisões. Mas, alguns “amigos do rei” conseguiram escapar na época, garantiram contratos gordos e continuam “felizes”. Pois é. Essa turma segue aprontando, com contratos emergenciais altamente suspeitos. Volto ao assunto na próxima semana, com mais detalhes.

Enquanto isso

Um diretor de Fiscalização do Detran estaria oferecendo gratificações a policiais civis e militares, além dos próprios fiscais do órgão para que eles intensifiquem multas nas blitz, com foco na Lei Seca. A gratificação oferecida foi criada em 2017 e ele pediu um aumento orçamentário de quase R$ 12 milhões para garantir o pagamento de gratificações a policiais que já recebem salários para exercerem essas funções.

Na prática

O diretor de fiscalização quer pagar para estimular os agentes que participam de ações de trânsito a multar os motoristas. Com isso, certamente teremos um festival de multas nessas bliz. O Estado não cansa de extorquir a população. Blitz é para ser educativa, e são ações pontuais, e não uma rotina de trabalho dos agentes. O pedido de aumento para pagamento das gratificações já foi encaminhado ao governador e você confere AQUI.

Desenhando

Na última coluna falei sobre o modelo americano de previdência, informando que por lá, o cidadão quando aposenta, recebe no máximo 44% do último salário. Mas ai alguém constestou, “mas quanto é o salário lá no EUA? Muita diferença, né?”. Né não. Pobre é pobre em qualquer lugar do mundo. Reportagem da BBC mostrou que hoje, dois terços dos americanos acima dos 65 anos de idade dependem basicamente das pensões pagas pelo sistema. Desse montante, 20% americanos tem a Previdência como sua única fonte de renda. “Os americanos costumam recorrer a um tripé formado pela Previdência Pública, programas de previdência privada – como os chamados fundos 401K – e poupanças individuais”, afirmou Jeffrey Brown, professor da Universidade do Illinois e especialista em finanças previdenciárias.  

Problemas

“Mas acontece que, além da Previdência Pública, as duas outras pernas desse tripé também apresentam problemas: a taxa de poupança individual é muito baixa nos Estados Unidos e os fundos de previdência privada cobrem menos da metade da força de trabalho do país.” Sem contar com poupança individual ou plano de previdência privada, o carteiro aposentado nova-iorquino Peter Adenolfi, de 77 anos, atravessa hoje sérias dificuldades financeiras, depois de 45 anos de trabalho e contribuições para a Previdência Pública americana. Adenolfi integra um universo de 6 milhões de idosos americanos que vivem próximos ou abaixo da linha de pobreza.

Aos 17, 18 dólares por semana

“Minha aposentadoria líquida mensal é de US$ 1.373,51. Mas depois de pagar despesas como o condomínio, o seguro de meu apartamento e os planos de saúde para mim e minha mulher, sobram US$ 245,76 para vivermos”, disse Adenolfi. “Eu não posso comprar um vestido ou sapatos para ela. Estamos vestindo roupas que compramos há dez, quinze anos. Isso é uma vergonha!” A baixa renda de Adenolfi para os padrões americanos se deve ao fato de que a Previdência Pública americana, ao contrário do que acontece hoje no Brasil, não paga aposentadorias integrais. “Fui reclamar com o pessoal do Social Security e eles me disseram que eu não contribuí o suficiente para a minha aposentadoria para receber mais”, afirmou Adenolfi. “Mas isso não é minha culpa, porque quando eu tinha dezessete anos, eu ganhava apenas dezoito dólares por semana.”

Incidência de herpes zoster oftálmica cresce entre os mais velhos

De acordo com o Kellog Eye Center, que pertence à Universidade de Michigan, o número de casos de herpes zóster oftálmica em idosos triplicou nos últimos 12 anos. A pesquisa foi apresentada no encontro anual da Associação para a Pesquisa sobre Visão e Oftalmologia, ocorrido em Vancouver entre o fim de abril e começo de maio. O autor do estudo, o médico Nakul Shekhawat, alertou para os riscos da doença, que pode acarretar sérios problemas, especialmente para os mais velhos. O herpes-zóster, popularmente conhecido como cobreiro, já foi tema deste blog. É causado pelo vírus Varicella zoster, o mesmo da catapora, que fica em estágio latente, como se estivesse “adormecido”, em quem teve a doença na infância. A partir da meia-idade, aumentam as chances de ser reativado. Na faixa dos 80 anos, há 50% de possibilidade de uma pessoa desenvolver o quadro. Os primeiros sintomas podem ser formigamento e manchas vermelhas. Em seguida, surgem vesículas (com líquido dentro) que vão se agrupando numa erupção cutânea bastante dolorosa e que normalmente atinge um só lado do corpo. Se a lesão acomete a testa e o nariz, o risco de alcançar os olhos cresce – entre 10% a 20% dos pacientes têm essa complicação. Estruturas atrás da córnea podem inflamar e a pressão intraocular aumentar. Por isso a vacina é tão recomendável para quem passou dos 50, mesmo que o indivíduo tenha tido catapora ou herpes zóster. Os pesquisadores do Kellog Eye Center descobriram que, além da proliferação do número de casos entre 2004 e 2016, mulheres e adultos acima dos 75 anos são os grupos com maior taxa de infecção. No caso de complicações acarretadas pela doença, o transplante de córnea pode ser a opção de tratamento.

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