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Coluna Painel Político

[Coluna] – Estados vizinhos, Acre, Rondônia e Amazonas podem se fortalecer com parceria; só falta aprimorar

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Estados tem problemas comuns e sofrem com a falta de investimentos; criação de zona especial pode ajudar, mas muito tem que ser discutido ainda

Zona especial

O governador do Amazonas quer criar uma frente para o desenvolvimento agrícola com Acre e Rondônia. O tema foi debatido durante a Expoacre, evento no qual estiveram presentes Marcos Rocha (RO), Wilson Lima (AM) e Gladson Cameli (AC). A proposta é construir uma “zona especial” e com isso, captar recursos em conjunto para essas regiões junto ao governo federal. Como argumento principal, estão a abertura para o Pacífico pela Rodovia Interoceânica, a conclusão da ponte sobre o rio Madeira, a retomada da pavimentação da BR-319 , o complexo hidroviário portuário do Alto Rio Madeira e a inclusão das três regiões no Bloco I do Plano Nacional de Retirada da Vacinação da Febre Aftosa para bovinos.

A proposta é boa

A região Norte, historicamente fica fora dos planos de Brasília. As coisas por aqui andam a passos de cágado, e mesmo assim um que tem apenas três patas. Os três estados possuem milhares de hectares de terras improdutivas, reservas minerais e naturais e mesmo assim, estão sempre de pires na mão. O Legislativo estadual poderia propor um evento, reunindo as três assembleias legislativas e as bancadas federais para debater as prioridades. As pautas comuns são saneamento, políticas públicas de saúde e geração de emprego.

Falando em Norte

Vocês perceberam que as lideranças do crime organizado no país, assim como suas respectivas organizações estão ficando cada vez maiores na região, né? Pois é, justo nos estados com maiores área de fronteira e menor poder de reação. Os agentes da lei nos estados de Rondônia, Acre e Amazonas trabalham no limite. Falar em políticas de isolamento dessas lideranças, fortalecimento das unidades de inteligência e melhora no arsenal e no sistema prisional, ninguém fala.

PSDB se arma

Os tucanos estão em polvorosa com o presidente Jair Bolsonaro. A enxurrada de besteiras que vem sendo ditas pelo mandatário estão ameaçando a aprovação das reformas. O Congresso é composto por forças de esquerda, direita e centro, e isso se chama democracia. O presidente falastrão precisa ser enquadrado e os tucanos estão se organizando neste sentido. Nesta terça-feira, a legenda divulgou nota repudiando falas do ministro Paulo Guedes (economia) que culpou a socialdemocracia pelo que ele chamou de “atraso do país”. Na nota, o PSDB lembrou que Jair Bolsonaro, junto com o PT, votou contra o Plano Real, “Enquanto o PSDB era chamado de ‘neoliberal’, o presidente Bolsonaro votava com o PT contra o Plano Real, contra a reforma da Previdência, por mais privilégios aos setores corporativos, e defendia ditadura”.

Claro que toda essa plumagem

Mira as eleições presidenciais de 2022. Com o atual cenário, é bem provável que Dória não tenha dificuldades em superar o atual presidente. Vai ser difícil ele conseguir a reeleição com base apenas nos impropérios que anda falando. Bom lembrar que Bolsonaro não conquista novos eleitores com seu festival de horrores, pelo contrário, só agrada aqueles mesmos que o elegeram. E em 2022 não vai ter Adélio nem PT, vai ser Bolsonaro contra Dória, talvez Caiado ou Maia e Ciro. 

Enquanto isso

“A repercussão mundial de eventos deste tipo prejudica o País de vários modos. Um efeito concreto: dificulta a cooperação internacional para a captura de foragidos.Ou seja, chacinas aqui impedem que o Brasil consiga a extradição de homicidas, estupradores, traficantes e corruptos. Um exemplo. Após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro na AP 470, Henrique Pizzolato fugiu para a Itália. Uma das teses de defesa em Bolonha foi o desrespeito aos direitos humanos no sistema prisional brasileiro. Pedrinhas acabara de ocorrer (2013). Ele ganhou (2014)”. A observação é de Vladimir Aras, Membro do MPF e Professor de Ciências Criminais.

Novas evidências sobre o papel do óleo de peixe na prevenção de insuficiência cardíaca

Níveis plasmáticos elevados dos tipos de ácidos graxos encontrados no óleo de peixe foram associados a um risco mais baixo de reincidência de insuficiência cardíaca (IC) em longo prazo, com fração de ejeção reduzida ou preservada, em uma coorte ambulatorial com mais de 6.000 pessoas. Quanto maiores os níveis plasmáticos de ácido eicosapentaenoico (EPA), um ácido graxo poli-insaturado n-3 predominante (AGPI n-3, também chamado de AGPI ômega-3), menor o risco de ambas as formas de insuficiência cardíaca durante um acompanhamento médio de 13 anos. Observações independentes semelhantes foram feitas para os níveis plasmáticos de ácido docosaexaenoico (DHA, sigla do inglês, docosahexaenoic acid) e de EPA + DHA, sugerindo que o aumento dos níveis de AGPI n-3 em geral podem proporcionar benefícios cardiovasculares, observaram os autores do estudo, liderados pelo Dr. Robert C. Block, médico da University of Rochester School of Medicine and Dentistry, em Nova York.

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