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Coluna Painel Político

[Coluna] – Desde 2017 que Porto Velho tem R$ 132 milhões na conta para asfalto, mas prefeitura não consegue executar

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Emenda impositiva da bancada federal aprovada ainda em 2016 destinou recursos para capital de Rondônia e deve ficar para o próximo prefeito aplicar o dinheiro

Controle de qualidade

A Assembleia Legislativa de Rondônia iniciou esta semana a sabatina dos indicados a fundações e autarquias do Estado, nomes indicados pelo governador Marcos Rocha. As sabatinas estão previstas em emenda constitucional de 2017, mas estão sendo usadas pela primeira vez. É uma importante ferramenta de “controle de qualidade” sobre os indicados, afinal, os parlamentares podem fazer questionamentos sobre as áreas para as quais essas pessoas irão comandar. Na segunda, foram ouvidos os indicados para a Fapero, Idep e Funcer. Nesta terça foi a vez do Ipem, Detran, Agevisa, Cetas, Fhemeron, DER e FEASE.

Na avaliação dos parlamentares

Os nomes preenchem os requisitos aos cargos para quais foram indicados.

“Arrebentando Bolsonaro”

Um radialista de Vilhena, em passagem por Brasília, gravou vídeo no Palácio do Planalto alegando que o governador Marcos Rocha estaria “arrebentando o presidente Jair Bolsonaro” com seus ministros. O motivo é que Rocha estaria visitando ministérios sem a companhia de parlamentares federais e afirmando, nas recepções dos ministros, que “é amigo de Bolsonaro” e que “deve ser recebido”. O caso estaria repercutindo mal entre o staff presidencial. O comunicador finaliza afirmando que essa postura de Rocha está prejudicando Rondônia. O tempo irá dizer quem tem razão. Abaixo o vídeo, caso você ainda não tenha visto ou recebido em seu Whatsapp.

Falando em Brasília

Quem acompanha o cotidiano político de Rondônia vai lembrar que em 2016 a bancada federal destinou R$ 132 milhões para serem usados em asfaltamento de Porto Velho. Como se tratava de uma emenda impositiva, ou seja, não podia ser dividida e era conjunta, os parlamentares definiram em destinar para a capital, única cidade com porte para receber esses recursos. Entre o primeiro e segundo turno, o então candidato Hildon Chaves chegou a enviar um ofício a bancada federal agradecendo o dinheiro e afirmando que executaria a emenda tão logo ela fosse liberada. Hildon venceu no segundo turno cheio de bravura, mas em 2017, virou bravata.

Travou

No primeiro ano (2017) Hildon não conseguiu fazer nada. Em 2018 ele trocou os engenheiros da prefeitura por uma empresa de Ji-Paraná, de nome PSA, para elaborar os projetos. Parte do recurso foi contingenciado, mas mesmo assim, foram empenhados R$ 84 milhões. Até hoje, 2019, os recursos não foram executados como deveriam. O Rondoniaovivo detalhou bem essa saga. E pelo jeito, se ainda der tempo, o próximo prefeito é quem será responsável pela aplicação desses recursos.

Falando em prefeitura


Vinicius Miguel, que disputou o governo em 2018 e é um dos nomes que pensa em disputar a prefeitura em 2020, andou se queixando em suas redes sociais sobre supostos ataques que vem sendo alvo nos últimos tempos. Nada anormal, tendo em vista que ele próprio se coloca como postulante ao cargo de prefeito. Alguns entusiastas da candidatura de Miguel são os mesmos que defendiam Hildon Chaves exaltados, que o ex-promotor era um paladino que salvaria a cidade dos “políticos profissionais”. Pois é. Política realmente é profissão e para fazer parte desse time é preciso não apenas ter teorias sobre tudo, é saber como tudo funciona. Serviço público não é empresa, não é sala de aula, é serviço público. Requer lidar com gente das mais diversas correntes ideológicas, religiosas, sociais e atender a todos. E quem quer aprender, que comece do começo, tendo vivência na administração pública.

Em São Paulo

O publicitário Júnior Melgarejo (Minha Agência) está em São Paulo onde passa por cirurgia para colocar uma prótese na cintura. Ele sofreu um grave acidente de moto ano passado e vem se recuperando. Melgarejo é um dos profissionais mais competentes do Estado em sua área.

Comidas e bebidas ultraprocessadas estão associadas a cardiopatias e morte prematura, indicam estudos

Adultos cuja alimentação continha mais comidas e bebidas ultraprocessadas – como sorvetes, refrigerantes e hambúrgueres – foram mais propensos a apresentar doença cardiovascular ou a morrer mais cedo do que os que adotavam uma dieta mais saudável, em duas grandes coortes europeias. No estudo NutriNet-Santé, feito com adultos na França, cada 10% a mais de comidas e bebidas ultraprocessadas consumidos corresponderam a um aumento de 11% a 13% da incidência de doença cardiovascular, doença coronariana e doença cerebrovascular ao longo de pouco mais de cinco anos. E no estudo SUN, feito com estudantes recém-graduados da Seguimiento Universidad de Navarra, na Espanha, aqueles que consumiram mais de quatro porções de comidas e bebidas ultraprocessadas por dia tiveram probabilidade 62% maior de morrer por todas as causas em uma década do que aqueles que consumiram menos de duas porções ao dia. Os estudos liderados por Dr. Bernard Srour, Ph.D., da Université de Paris , na França, e Dra. Anaïs Rico-Campà, PharmD, da Universidad de Navarra, na Espanha foram publicados on-line em 29 de maio no periódico BMJ. Em média, os alimentos ultraprocessados representaram 17,6% da dieta total dos homens e 17,3% da dieta total das mulheres. As comidas e bebidas ultraprocessadas na alimentação referida pelos participantes consistiam principalmente em doces como balas, sorvetes e doces de confeitaria (28% dos produtos ultraprocessados), frutas e vegetais processados, como sopas em lata ou frutas em conserva (18%), bebidas como refrigerantes (16%), cereais matinais e alimentos ricos em amido, como pão ou massas pré-prontas (12%) e produtos de carne e peixe, como nuggets de frango ou peixe empanado (11%). Os demais alimentos ultraprocessados foram laticínios (8%), gorduras e molhos (5%) e salgadinhos (2%). A maioria dos produtos (85%) estava na categoria mais baixa de qualidade nutricional.

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