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Coluna Painel Político

[Coluna] – De Rondônia, apenas Nazif e Netto votaram contra a reforma da Previdência de Bolsonaro

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E ainda, Energisa diz que valor da tarifa pode cair, mas só se os “gatos” forem 100% exterminados

O pretexto

A Energisa, empresa que administra a distribuição de energia elétrica em Rondônia descobriu que “os gatos” feitos na rede são os responsáveis pelas altas tarifas. De acordo com comunicado enviado pela empresa, “110 mil clientes praticam furtos de energia elétrica que representam perdas para o Estado e para o próprio consumidor”. A grande pergunta é, os consumidores furtariam energia se o valor fosse minimamente justo? A empresa alega que perde R$ 365 milhões por ano e o Estado R$ 25 milhões em ICMS. Agora olha essa ‘projeção’ feita por William Barroso, gerente da empresa, “temos a projeção de que, caso consigamos eliminar todos os gatos existentes, a economia do consumidor seria certa já que existe a possibilidade de redução da tarifa em até 5%”. Uau!! Incrível!! Realmente, o cinismo institucional tomou conta do Brasil.

Cadeia, não!

O senador Marcelo Castro (MDB-PI) reclamou nesta quarta-feira sobre a prisão para candidatos que praticarem o caixa 2 em campanhas eleitorais. Para o senador, prisão é uma medida exagerada e que a perda do mandato seria punição mais que suficiente. Por mais esdrúxula que pareça o posicionamento do senador, no momento em que o Brasil está surtado com o tal “combate à corrupção a qualquer preço”, faz sentido o que ele diz. E exemplificou, “a pessoa esquece de declarar na sua campanha um determinado fato ocorrido, uma despesa efetuada, o seu contador ou seu assessor esqueceu, você vai curtir cinco anos de cadeia? De jeito nenhum. Sou radicalmente contra isso que estamos fazendo aqui”, afirmou.

Preste atenção

A corrupção, assim como a violência, devem ser combatidos, mas isso é um exercício diário de cidadania, que desenvolve a partir da educação. É um processo de construção, que deve ser aplicado em todas as áreas. Mas, tem um porém, isso só é possível com o mínimo de equilíbrio social. Não dá para combater a corrupção e a violência tendo um abismo na renda como temos no Brasil. Pior, a grande maioria dos milionários e ricos brasileiros, são avarentos, que buscam se locupletar do Estado através de benesses que só a eles são concedidas. Quer dois exemplos?

João Dória e Luciano Huck

Ambos compraram aviões particulares financiados pelo BNDES a juros baixíssimos e com carência para início das parcelas. Ambos são “paladinos da moralidade” e falam contra a corrupção com ênfase, onde todos são corruptos, menos eles. E esses aí são exemplos mais conhecidos. “Há, mas eles pagaram”. Sim, talvez tenham pago, mas vá você, empresário sério que precisa de míseros R$ 30, 40 mil para investir em um negócio que vai gerar emprego, bata na porta de qualquer banco e veja as taxas leoninas que lhe serão oferecidas, isso, claro, se você conseguir o crédito.

Enquanto isso

Os muito ricos, de países como Estados Unidos e Europa distribuem suas fortunas, brigam com governos para pagarem mais impostos, investem em pesquisas e programas sociais nos países em desenvolvimento. Já os nossos ricos buscam novas formas de burlar o sistema e pagar menos, “porque o governo corrupto rouba tudo”. E você ai, acreditando em pavão.

Aprovada

A Câmara aprovou o texto-base do projeto da reforma previdenciária em primeira votação. Ao final, tirará um trilhão de reais do bolso dos aposentados com a promessa de tirar o País da crise e gerar empregos. Você, que está pagando por isto, tem a obrigação de cobrar o cumprimento da promessa. Da bancada rondoniense, Mauro Nazif e Expedito Netto foram os únicos votos contrários. Silvia Cristina, desobedeceu a determinação de seu partido, o PDT e a confirmarem as ameaças, ela deverá ser expulsa da legenda.

Menos mulheres jovens estão fazendo o preventivo, dizem os CDC

Mensagens contraditórias veiculadas nos últimos anos sobre o valor do exame pélvico de rotina também chamado de preventivo podem ter levado mais mulheres a não fazer o exame. Uma análise dos dados do National Survey of Family Growth (NSFG) ao longo de um período de 30 anos (1988 a 2017) revelou uma tendência de diminuição da realização do preventivo no ano anterior nas mulheres entre 15 e 44 anos de idade, observaram os pesquisadores do National Center for Health Statistics (NCHS), parte dos Centers for Disease Control and Prevention dos EUA, em um resumo de dados publicados on-line em 26 de junho. O valor do preventivo de rotina tem sido questionado nos últimos anos. A US Preventive Services Task Force (USPSTF) concluiu que as evidências atuais são insuficientes para avaliar o equilíbrio entre os benefícios e os prejuízos dos exames pélvicos de rastreamento em pacientes adultas assintomáticas e não gestantes. E o American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) recomenda atualmente o preventivo somente quando indicado pela anamnese ou por sinais e sintomas. Na sua análise, a Dra. Gladys M. Martinez, Ph.D., e colaboradores, descobriram que de 1988 até 2017 o percentual de mulheres tendo feito preventivo nos últimos 12 meses diminuiu 65% entre as jovens dos 15 aos 20 anos, 57% entre as mulheres dos 21 aos 29 anos e 6% entre as mulheres dos 30 aos 44 anos de idade. Em 1988, um percentual maior de mulheres entre 15 e 44 anos havia feito preventivo nos últimos 12 meses (65%) do que em qualquer outro momento (53% de 2015 a 2017), relatam os pesquisadores.

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