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Coluna Painel Político

[COLUNA] – Como uma bancada federal de onze vira apenas dois

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Rondônia está muito mal representada em Brasília; e ainda, aumenta a pressão sobre Hildon Chaves, prefeito de Porto Velho

Ausência

A coluna volta a ser diária a partir de março de 2020. Estamos trabalhando na reorganização da linha editorial e na ampliação da cobertura. Em 2020, vem muita novidade por ai.

Encolhendo geral

Há tempos que Rondônia não tinha uma representação tão insignificante em Brasília. Dos oito deputados federais e três senadores, podemos reduzir a atuação a apenas dois, Léo Moraes na Câmara e Acir Gurgacz no Senado. Os demais são meros coadjuvantes. Sem contar o deputado federal Expedito Netto, que tomou um chá de sumiço. Se no primeiro mandato Netto teve atuação expressiva, após a reeleição ele desapareceu. Léo Moraes assumiu a bandeira de luta contra os abusos da Energisa e Gurgacz vem marcando presença em diversos debates e segue com sua batalha na tentativa de anular a sentença do STF. Não fosse essa condição fragilizada, ele certamente estaria no centro dos debates que polarizam o país.

Demorou

Aumenta na Câmara de Vereadores de Porto Velho a pressão contra o prefeito Hildon Chaves, que resolveu tirar umas férias pela Coréia e não consegue resolver questões básicas da cidade, entre elas o drama do transporte escolar. Hildon foi eleito com grande expectativa por parte da população que cobra de seus representantes uma posição mais firme em relação ao prefeito, que parece estar sempre de férias. 

Vazamentos

Os áudios obtidos em um grupo de Whatsapp da extinta Draco II revelaram um lado obscuro da Polícia Civil de Rondônia. O detalhamento de ações ilegais para prejudicar autoridades e desafetos mostra que é preciso passar à limpo algumas ações da corporação, e coloca sob suspeição os trabalhos envolvendo o combate à corrupção. Mas isso não é de agora. Começou quando Confúcio Moura resolveu “reestruturar” a polícia, ainda em seu primeiro mandato. Quem puxar pela memória vai lembrar que a polícia civil chegou a fazer greve por causa desse aparelhamento.

Apocalipse

O ponto alto dessas mudanças foi a famigerada Operação Apocalipse, um emaranhado mal explicado que indiciou 86 pessoas, entre vereadores, deputados estaduais, empresários, servidores públicos e até estelionatários conhecidos. Na época, PAINEL POLÍTICO apontou uma série de falhas graves que destruíram reputações. Muito foi corrigido pelo judiciário, mas os prejuízos a imagem nunca serão reparados.

Em Campo Grande

O madeireira Chaules Pozzebom está no presídio federal de Campo Grande e tem gente que aposta por sua permanência na unidade até fevereiro de 2020, pelo menos. São inúmeras acusações que complicam a vida do empresário de Ariquemes.

É cada uma…

Confúcio Moura resolveu polemizar. Sem uma bandeira definida, decidiu abraçar a educação, mas sem apresentar nada concreto em relação ao tema. Melhor seria ter ficado fora do Senado. Por lá, não faz diferença alguma.

Idiotização

O discurso pró-violência assola o país. A frase “bandido bom é bandido morto” nunca esteve tão em alta. Enquanto o governo trabalha com afinco para rasgar a Constituição, deputados e senadores se portam como vândalos, querendo impor regras que destoam da realidade. 

O Brasil que se desconhece

Os brasileiros habituaram a viver em suas respectivas bolhas, seja nas redes sociais ou no dia a dia. Não aceitam mais argumentos, e os que são apresentados são tão simplórios que beiram o ridículo. Enquanto isso, cresce absurdamente o número de pessoas vivendo nas ruas. O número de pedintes e desempregados é escandaloso, e não serão as políticas liberais que resolverão o problema. Precisamos gerar empregos de qualidade e não criar uma massa de mão de obra barata. Se a direita tem tanto medo que o país se torne uma ”Venezuela”, precisa ter projetos claros. Reformas são necessárias, mas pagar as contas no fim do mês também. 

Tem que discutir

O noticiário parece repeteco, mas não, são fatos novos que se repetem com uma enorme rotina. Estou falando da brutalidade e violência cometida por integrantes da Polícia Militar em praticamente todos os estados. A Polícia Militar é uma instituição que é temida por todos, sejam pobres, pretos, brancos, homens e mulheres. As raízes são duas, a própria estrutura da corporação e a falta de apoio psicológico e financeiro. Sim, polícia ganha mal e consequentemente vive mal. As taxas de suicídio são gritantes e nada se faz de concreto para resolver esse drama. Precisamos de uma polícia mais humana, que saiba lidar com situações não apenas puxando o gatilho ou distribuindo sopapos.

O mesmo

Podemos falar sobre os casos de feminicídios e violência contra a mulher em todo o país. Parece uma epidemia, de norte à sul são registrados diariamente casos escabrosos. Parece uma competição, de quem mata de forma mais brutal suas companheiras. Isso não pode ser normalizado sem relativizado, e sim combatido através de políticas educacionais e corretivas.

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Tomar anti-hipertensivos antes de dormir reduz eventos cardiovasculares

Tomar os anti-hipertensivos antes de dormir promoveu uma queda de quase metade dos eventos cardiovasculares em um novo estudo. O ensaio clínico Hygia Chronotherapy é o maior estudo já realizado investigando o efeito do momento do dia no qual as pessoas tomam seus anti-hipertensivos em relação ao risco de eventos cardiovasculares. O estudo designou aleatoriamente 19.084 pacientes para tomar seus medicamentos na hora de dormir ou ao acordar e os acompanhou em média durante seis anos. Os resultados mostraram que os pacientes que tomaram seus comprimidos ao deitar tiveram uma redução de 45% do total de eventos cardiovasculares. Isso representou 56% de redução de morte de origem cardiovascular, 34% de redução de infarto agudo do miocárdio (IAM), 40% de redução de cirurgia de revascularização coronariana, 42% de redução de insuficiência cardíaca e 49% de redução de acidente vascular cerebral (AVC), todos estatisticamente significativos.

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