Coluna Painel Político

[Coluna] – Antônio Campanari é demitido da TV Rondônia e grupo segue sua reestruturação

E ainda, Léo Moraes no lugar e hora errado se mete em confusão com pets e homenagem a Marielle Franco

Reestruturação

Há algum tempo que o grupo Rede Amazônica vem passando por uma reestruturação em praticamente todos os setores. O grupo chegou a atrasar salários e nesta terça-feira o presidente do grupo, Phelipe Daou Júnior, que está em Porto Velho e demitiu o diretor institucional Antônio Campanari, que ficou quase duas décadas à frente do grupo em Rondônia. Outros diretores também foram dispensados.

Olho no Pará

Phelipe Júnior está de olho no grupo O Liberal, no Pará, que vem se tornando o novo “El Dorado”  brasileiro. As negociações se arrastam há meses e o impasse estava na insistência dos empresários paraenses em querer incluir o jornal impresso O Liberal. Phelipe Júnior quer apenas a TV e a rádio.

Lugar e hora errada

O deputado federal Léo Moraes entrou em uma tremenda saia-justa em Brasília há alguns dias. Ele participava de um ato em defesa dos animais que acontecia no Salão Verde da Câmara dos Deputados, promovido pela frente que trata da assunto da qual Léo é simpatizante e partidário. Ocorre que há menos de 30 metros de onde estavam os defensores dos animais acontecia um ato em homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada por milicianos no Rio de Janeiro há um ano. Em determinado momento do ato em defesa dos animais, o deputado federal   resolveu colocar para tocar o som de alguns animais, como cães, gatos e pássaros. Quando a turma deu o primeiro latido, o pessoal que acompanhava o ato pró-Marielle achou que era uma provocação. E para piorar, ao lado de Léo Moraes, totalmente anônimo para o nosso deputado, estava Daniel Silveira (PSL), que foi um dos que quebrou a placa com o nome de Marielle durante a campanha eleitoral.

Resultado

Léo Moraes foi taxado de “bolsonarista”, “provocador” e desrespeitoso. Um caso clássico de alguém que estava no lugar e na hora errada.

Improbidade

O irmão do ex-senador Valdir Raupp, Assis Raupp que foi prefeito de Colniza (MT) teve os bens bloqueados pela justiça por ação de improbidade. Ele teria justificado a compra de combustível para um ônibus que estava parado, sem rodas há meses.

Reação

A OAB vai proibir o registro a agressores de mulheres, idosos e crianças. A resolução foi aprovada pelo Conselho Federal.

Sobre os imigrantes

Uma polêmica vem aumentando a cada dia devido as falas e posicionamentos de Jair Bolsonaro e seu filho Eduardo em relação aos imigrantes brasileiros que vivem nos Estados Unidos “indocumentados” como são chamados os que não possuem visto. Bolsonaro pai e filho teceram comentários pejorativos. Eduardo chegou a dizer que “lavou pratos” por lá. Jair Bolsonaro é presidente da República e fã ardoroso de Donald Trump. Ele poderia ao menos ter acenado com um gesto no sentido de tentar anistiar os imigrantes que já estão por lá e a partir disso defender o endurecimento de regras. Da forma desastrosa em que ele está conduzindo a questão, ele dá sinal verde para deportações. Ninguém deixa seu país, seus familiares e vai viver em um país estranho por mero prazer. Busca uma vida melhor, oportunidades que não conseguem onde vivem.

Privilegiado

Um dos principais nomes da Lava-Jato, o Procurador Geral Carlos Fernandes dos Santos Lima aposentou-se aos 55 anos e vai ser consultor no setor privado. São esses casos que pesam na previdência, só para constar.

Novo material pode substituir transplante de medula óssea, diz estudo

Cientistas da Universidade Nacional de Ciência e Tecnologia na Rússia desenvolveram nanomateriais capazes de restaurar a estrutura interna dos ossos danificados devido à osteoporose e osteomielite e potencialmente substituir o transplante de medula óssea. Um revestimento bioativo especial do material ajudou a aumentar a taxa de divisão das células ósseas em 3 vezes. No futuro, o material pode permitir o abandono do transplante de medula óssea e os pacientes não precisarão mais esperar pelo material doador adequado. Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica “Applied Surface Science” e divulgado nesta terça-feira (19). Doenças como osteoporose e osteomielite causam alterações degenerativas irreversíveis na estrutura óssea. Tais doenças requerem tratamento complexo sério e muitas vezes cirurgia e transplante da medula óssea destruída. O material do doador deve ter um número de indicadores de compatibilidade e até mesmo o grau de parentesco com o doador não pode garantir total compatibilidade. O material é baseado em nanofibras de policaprolactona, que é um material auto-dissolúvel biocompatível. Anteriormente, o mesmo grupo de pesquisa já havia trabalhado com esse material: ao adicionar antibióticos às nanofibras, os cientistas conseguiram criar ataduras curativas não-mutáveis.


Sobre o autor

Jornalista, editor de Painel Político, consultoria em comunicação
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