Chamado de ‘vagabundo’ por Augusto Nunes, Guilherme Boulos rebate, “Pra quem faz jornalismo rola-bosta, ser professor deve ser ‘vadiagem'”

O coordenador do MTST e professor, Guilherme Boulos, provocado por Augusto Nunes, que em dois tuítes disse que o presidenciável do PSOL “não trabalha”, “vive de mesada” e é “vagabundo profissional”, respondeu nesta quinta-feira (2): “Pra quem faz jornalismo rola-bosta e vive, desde Figueiredo, lambendo bota de militar no poder, ser professor deve ser ‘vadiagem'”, escreveu Boulos

O coordenador do MTST e professor, Guilherme Boulos, provocado por Augusto Nunes, que em dois tuítes disse que o presidenciável do PSOL “não trabalha”, “vive de mesada” e é “vagabundo profissional”, respondeu nesta quinta-feira (2): “Pra quem faz jornalismo rola-bosta e vive, desde Figueiredo, lambendo bota de militar no poder, ser professor deve ser ‘vadiagem'”, escreveu Boulos.

Guilherme Boulos (esq) e Augusto Nunes

Compartilhando no Twitter sua coluna da revista Veja “#SanatórioGeral: Feriado eterno”, em que chama Boulos de “gerente do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, um dos pregadores da missa negra em louvor do 1° de Maio celebrada em São Paulo pelas centrais sindicais, sem revelar quando vai começar a trabalhar”, Augusto Nunes manteve o mesmo tom no tuíte: “#SanatórioGeral Um dos pregadores da missa negra do 1° de Maio, Boulos ainda não revelou quando vai começar a trabalhar”.

Boulos respondeu duas horas depois: “Augusto Nunes ainda não revelou quando vai pagar os R$10 mil de indenização por danos morais do processo que perdeu pra mim por inventar Fake News. Além de mentiroso é caloteiro, Augusto?”, ironizou.

Nunes foi ainda mais agressivo do que no tuíte anterior: “Enquanto corre na Justiça o processo em que pede R$ 10 mil, Boulos deveria procurar seu primeiro emprego. Viver de mesada com a idade que tem é uma forma de vadiagem. Só no Brasil do Psol vagabundos profissionais discursam no Dia do Trabalho”.

Boulos também subiu o tom: “Se fosse de fato jornalista, buscaria se informar e saberia que dou aula desde os 23 anos de idade. Atualmente na ESP. Mas te entendo, Augusto. Pra quem faz jornalismo rola-bosta e vive, desde Figueiredo, lambendo bota de militar no poder, ser professor deve ser ‘vadiagem'”. 


Jornalista, editor de Painel Político, consultoria em comunicação

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