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Caso Marielle: delegado teria recebido suborno para atrapalhar investigações

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Segundo relatório da PF, Rivaldo Barbosa teria recebido R$ 400 mil para evitar que culpados pelas mortes fossem descobertos; ele nega acusação

Um relatório da Polícia Federal, enviado ao Ministério Público do Rio, afirma que o delegado da Polícia Civil Rivaldo Barbosa deve ser investigado no caso Marielle Franco . Na denúncia, Barbosa é apontado por receber R$ 400 mil em propina para evitar que os culpados pela morte da vereadora e do motorista Anderson Gomes fossem descobertos. Ele nega as acusações.

Rivaldo Barbosa, que já chefiou a Polícia Civil do Rio , teria sido citado numa conversa telefônica entre o miliciano Jorge Alberto Moreth, o Beto Bomba, e o vereador Marcello Sicilliano (PHS). Moreth teria dito que Barbosa recebeu dois pagamentos de R$ 200 mil, cada, por meio de um inspetor da DH da Capital identificado como Marcos.

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MPRJ confirmou, em nota, que os áudios telefônicos foram obtidos em ações de busca e apreensão e as “informações estão sendo investigadas sob sigilo”.

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