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Alex Redano confirma que CPI da Energisa chegará a Guajará-Mirim, Ariquemes e Rolim de Moura para ouvir a população sobre descaso

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Os membros da Comissão já estiveram nos municípios de Vilhena, Ji-Paraná e Cacoal

Após instalada a CPI da Energisa e de ouvir servidores e chefes dos órgãos fiscalizadores, a CPI da Comissão presidida pelo deputado Estadual Alex Redano (Republicano), iniciou uma verdadeira maratona de viagens pelo interior do Estado, com o objetivo de ouvir a população que não pode acompanhar as audiências da CPI no plenarinho da Assembleia Legislativa. Os membros da Comissão já estiveram nos municípios de Vilhena, Ji-Paraná e Cacoal, onde receberam de moradores denúncias contra a Empresa Energisa, como a falta de respeito com a população e aumento abusivo na tarifa elétrica.

De acordo com o deputado Alex Redano, propositor para a criação de CPI, a maior reclamação que a Comissão já recebeu tanto via WhatsApp, como in loco nas cidades visitadas, foi o aumento abusivo na conta de energia. “Recebemos denúncias de que as contas aumentaram desde 100, 200 e até 500% no valor real”, disse. Para Redano, essa conta não é da população de Rondônia, e o povo não pode simplesmente ficar com o prejuízo, tendo que pagar valores absurdos, precisando escolher entre comprar comida ou pagar a conta de energia.

O Presidente da CPI lembrou que a próxima Audiência Pública vai acontecer á no município de Guajará-Mirim nesta sexta-feira (29), onde a Comissão ouvirá a população de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, e região. Além disso a CPI vai visitar os municípios de Rolim de Moura e Ariquemes na próxima segunda-feira (02) de dezembro. “Queremos ouvir a população do município de Rolim de Moura e região da Zona da Mata. A audiência vai ser na Câmara de Vereadores, a partir das 09h.

Em Ariquemes, nove municípios que compõem a região do Vale do Jamari, terão a oportunidade, através da população, e seus representes como vereadores e prefeitos, para abastecer a CPI com provas robustas, e assim poderemos materializar as denúncias no relatório final”, destacou.

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