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Alegando “carga de trabalho desumana”, Aras defende férias de 60 dias para procuradores e ameaça Congresso

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Em nota, procurador-geral diz que carga de trabalho de integrantes do Ministério Público é ‘desumana’

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a permanência das férias de 60 dias para membros do Ministério Público e ameaçou o Congresso Nacional caso ele aprove uma redução desse período de 60 para 30 dias. Aras diz que a carga de trabalho dos integrantes do MP é “desumana”, informa o jornal O Globo.

A redução do período de férias para membros do MP faz parte de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) a ser enviada pelo governo na próxima quarta-feira. É a PEC da reforma administrativa. Entre as várias alterações que devem ser propostas em relação ao funcionalismo público, ela prevê a redução de 60 para 30 dias no período de férias aos integrantes do Ministério Público.

O procurador-geral da República Augusto Aras que “trabalha demais” e precisa de 60 dias de férias. Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

Aras finaliza a nota levantando o tom sobre o Congresso Nacional, dizendo que se a proposta de redução das férias for aprovada, seria necessário discutir, também, as condições de trabalho dos parlamentares e de membros do Executivo. Aras chega a dizer que se as férias dos parlamentares forem reduzidas de 60 para 30 dias, o resultado seria “caos na vida nacional”.

“Caso o Parlamento pretenda levar adiante a redução das férias, é provável que tenhamos que discutir, também, a necessidade de se estabelecer jornada de trabalho e férias de 30 dias para os membros dos Poderes Legislativo e Executivo – o que seria o caos na vida nacional”, diz o PGR.

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