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Adriana Ancelmo está de novo amor, revela blog

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Ex-primeira dama do Rio, advogada fez a fila andar

O jornalista Ricardo Noblat, da revista Veja, revelou em seu blog nesta segunda-feira que a ex-primeira dama do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo teria colocado a “fila para andar”.

De acordo com o colunista, seu coração “passou a bater por outra pessoa, um nome de brilho no meio jurídico”.

A revista Época já havia noticiado que ela havia reduzido as visitas à Cabral, condenado a mais de 100 anos de prisão por crimes de corrupção.

Adriana está usando tornozeleira eletrônica e não pode sair de casa depois das 20 horas, em dias de semana. Aos sábados e domingos, está proibida de deixar a sua residência.

A relação de Cabral e Adriana sempre foi muito intensa, marcada por grandes brigas. Políticos, pessoas próximas e funcionários do Palácio Guanabara descrevem a ex-primeira-dama como uma pessoa muito ciumenta e que enfrentou crises de depressão.

Um amigo muito próximo do casal assim a define:

— Extremamente inteligente e rápida no raciocínio. Sabe tudo sobre as operações de Cabral. Era simples, quando queria. E sofisticada também, dependendo da ocasião. É depressiva e vive à base de remédios. O uso de joias foi aumentando com o tempo.

Auxiliares do ex-governador dizem ainda que Adriana despertava medo entre os subordinados. Segundo esses relatos, a então primeira-dama costumava gritar com assessores, mandá-los “calar a boca”, e dava broncas públicas, inclusive em Cabral.

Parte dessas explosões é atribuída, no círculo íntimo do casal, a remédios para emagrecer, que provocam alterações de humor.

Em meio a uma rotina de luxo, que envolvia viagens internacionais em alto estilo, joias e vestidos feitos sob encomenda, Adriana era carinhosamente chamada de “minha riqueza”, “riquezinha” ou simplesmente “riqueza” por Cabral.

Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo deixam a cerimônia de cremação de Jordana Kfouri, uma das vítimas da queda do helicóptero na Bahia Foto: Marco Antônio Cavalcanti /Arquivo/O Globo

Adriana conheceu Cabral na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em 2001. Mais precisamente em um dos elevadores, num encontro fortuito. Ela era assessora da Procuradoria-Geral da Casa, ele, presidente. Ambos eram casados na época. Logo se separaram e foram morar juntos.

Adriana e Cabral se casaram no civil três anos depois, numa festa descrita como “nababesca” por um dos convidados. Segundo a revista “Casamento”, a celebração foi para quase mil convidados, e os salões foram enfeitados com quatro mil dúzias de rosas vermelhas. Na época, Cabral era senador.

Eles tiveram dois filhos. O ex-governador tem outros três filhos de seu primeiro casamento, com a advogada Suzana Neves.

Cabral e Adriana renovaram os votos de casamento em 2010, em cerimônia para 50 convidados, no Palácio Laranjeiras. Tiveram como padrinhos o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. O padre Marcelino, da Igreja de São Jorge, abençoou as alianças.

Cabral e Adriana chegaram a se separar em 2011, por um breve período. A dissolução amigável do casamento foi oficializada em julho daquele ano na 6ª Vara de Família do Rio.

O empresário Eike Batista com a mulher Flávia Sampaio ao lado do casal Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo Foto: Reprodução

A briga do casal, em 2011, está na gênese da derrocada de Cabral. Isso porque o então governador só resolveu viajar para a Bahia, onde participaria da festa de aniversário do empresário Fernando Cavendish, dono da Delta Construções, porque tinha acabado de se separar.

O então governador embarcou no aeroporto Santos Dumont, no Rio, em jato do empresário Eike Batista, para Porto Seguro. Ele estava acompanhado de Cavendish e sua família. Lá, pegariam um helicóptero até Trancoso. Ao fazer o primeiro traslado, levando só as mulheres e as crianças, o helicóptero caiu, matando sete pessoas.

A tragédia revelou a relação promíscua de Cabral com empresários. Um dos episódios mais emblemáticos foi o anel de R$ 800 mil recebido por Adriana e pago, a pedido de Cabral, por Cavendish durante uma viagem a Mônaco, em 2009.

Com informações da Veja, Época e O Globo

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